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Pinto da Costa ataca a miséria

O presidente são-tomense, Manuel Pinto da Costa, garantiu que enquanto houver miséria, pobreza e desemprego, é difícil garantir a estabilidade, paz e tranquilidade no país.
“Enquanto houver miséria, pobreza, gente sem trabalho, gente sem esperança, vai ser muito difícil garantirmos a estabilidade, paz e tranquilidade na nossa República”, disse Pinto da Costa durante a ceia com os militares das Forças Armadas, realizada na noite de sábado no quartel.
O chefe de Estado são-tomense sublinhou que o arquipélago “tem todas as condições para proporcionar felicidade aos seus filhos”, mas para isso “é preciso muito trabalho e muita justiça”.
“Se houver trabalho podemos produzir riqueza e essa riqueza, se não for distribuída para que todos os são-tomenses possam beneficiar dela, então vamos ter sempre miséria e pobreza na nossa terra.”
Pinto da Costa lançou por isso um desafio: transformar 2012 no “ano de arranque de São Tomé e Príncipe”. “Com a determinação lá onde nós estivermos, fazermos o melhor para realmente sairmos desse círculo eterno de pobreza e miséria. É isso que está a destruir o nosso país”, acrescentou Pinto da Costa, acreditando que “2012 vai trazer mais esperança numa vida melhor para todos”.
Ao exército são-tomense, Pinto da Costa expressou um desejo. “Gostava de poder celebrar o Natal de 2012 aqui, noutras condições: com maior alegria, mas também com maior disciplina porque quando se lia a mensagem do comandante vocês falavam, isso não pode ser”, lamentou Pinto da Costa.
Este ano termina para os militares das Forças Armadas são-tomenses com a aprovação da revisão da Lei da Defesa Nacional e das Forças Armadas e Programação militar.

Por aprovar ficaram o Estatuto Militar, Lei das Forças Armadas, do Exército e da Guarda Costeira, Lei de Continência e Honras Militares e o Conceito Estratégico Militar.
Um conjunto de diplomas que, afirmou o comandante do exército, Idalécio Pachire, vai “alterar o quadro jurídico e estrutural das Forças Armadas, tornando-as mais operacionais”.

Fonte: Jornal de Angola
Fotografia: AFP

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