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Processo na Huíla superou as metas

A primeira fase do processo de actualização do registo eleitoral, realizado entre 29 de Julho e 16 de Dezembro, ultrapassou as expectativas na província da Huíla, em função da afluência nos últimos dois meses dos cidadãos, revelou ontem no Lubango o director provincial dos Registos, António Venâncio.
António Venâncio, em declarações à Angop à margem da reunião de balanço com responsáveis municipais da Comissão Executiva para o Processo Eleitoral (CEPE), disse que as margens alcançadas estão na ordem dos 60,9 por cento.
O responsável manifestou-se satisfeito com o processo, em função das metas alcançadas na actualização dos dados e em relação aos jovens que se registaram pela primeira vez. A campanha movimentou naquela província 150 brigadistas.

Campanha no Soyo

A campanha de reconfirmação do registo eleitoral no município do Soyo, no Zaire, registou 32 mil eleitores, cinco mil dos quais jovens recenseados pela primeira vez, anunciou na segunda-feira, o coordenador da Comissão executiva municipal para o processo eleitoral, Miguel Maria Garcia.

A comissão considerou positivo o resultado da campanha de actualização do registo, por ultrapassar as expectativas inicialmente traçadas. Só em relação aos jovens que fizeram o registo pela primeira, a previsão inicial apontava para três mil eleitores, mas a campanha, que terminou no passado dia 16, registou cinco mil.
Miguel Maria Garcia indicou que 27 mil eleitores solicitaram alteração do local de residência, emissão de segunda via do cartão e escolheram as assembleias de voto. A campanha movimentou quatro brigadas, com 20 brigadistas.
O coordenador reconheceu que o processo de actualização do registo eleitoral no município enfrentou alguns constrangimentos técnicos, mas insuficientes para impedir o sucesso da campanha. “Tivemos muitos problemas com duas brigadas que apresentavam, com frequência, dificuldades relacionadas com avarias das máquinas de registo, vulgo ‘zebras’, e falta de comunicações entre os computadores”, disse.
Revelou ainda que cidadãos da República Democrática do Congo tentaram infiltrar-se nas brigadas para efectuar o registo eleitoral, durante a campanha.

 

Jaquelino Figueiredo*

* Com Angop

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: JA

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