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Exploração de diamantes

Diamantes produzidos na Lunda-Norte

Dois contratos para prospecção e exploração de diamantes foram assinados na semana passada, em Luanda, entre a Empresa Nacional de Diamantes (Endiama), a Kassypal e a Sociedade Geral de Minas (SGM).
Trata-se do contrato entre a Endiama e a Kassypal, empresa do Grupo António Mosquito, ligado ao projecto Uári, aluvionar, (actividade desenvolvida no rio), que vai ser implementado na província da Lunda-Norte. Outro contrato de prospecção e depósito secundário de diamantes foi igualmente assinado entre a Endiama e a Sociedade Geral de Diamantes (SGM), para desenvolver o projecto Luege, também aluvionar.
Em cada um dos projectos, a Endiama terá uma participação de 51 por cento, enquanto à SGM cabe 49 por cento e igual valor à Kassypal. Na cerimónia de assinatura, o presidente do Conselho de Administração da Endiama, António Carlos Sumbula, referiu que o país necessita de pessoas empreendedoras nos projectos mineiros.
Segundo afirmou, constitui actividade da Endiama empenhar-se na prospecção para identificar novas reservas e procurar reactivar as minas que ficaram paralisadas durante a crise financeira mundial.
No primeiro contrato, explicou, trata-se de uma mina que já existia e que paralisou devido à crise, enquanto o segundo se refere a um projecto em fase de prospecção onde se procuram novas reservas. Os desafios da empresa que dirige estão focados na produção, prospecção e na procura de compreensão do mercado de diamantes.
O responsável da Sociedade Mineira-Kassypal, António Mosquito, que não avançou o valor do investimento, disse que a sua empresa vai aplicar o necessário ao longo do tempo, sublinhando que o mais importante é trabalhar para que Angola seja um grande país.
Por seu lado, Adalberto da Costa Júnior, da SGM, disse que a empresa que dirige está a iniciar a fase de prospecção, esperando que tenha êxito, com o encontro de viabilidade económica para poder passar para uma fase de exploração.

Relativamente ao valor a ser investido, disse que o contrato impõe algumas obrigações que vão para um mínimo de cerca de cinco milhões de dólares, tendo a sua empresa encontrado uma parceria estrangeira especializada para trabalhar. Em ambos os projectos a prioridade vai para a mão-de-obra nacional.

 

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: Jornal de Angola

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