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Arte é uma alternativa para incentivar jovens

Poeta disse ser preciso criar incentivo para estimular o interesse dos jovens pelo livro

A arte também deve ser olhada como um meio para reduzir a delinquência, através de actividades culturais gratuitas, afirmou o escritor Armindo Paím na terça-feira, em Luanda, durante uma iniciativa promovida pelo movimento “Artes ao Vivo” em que foi figura de destaque.
A criação de projectos que incentivem os jovens a adquirir hábitos e gosto pelas artes, em particular a literatura, foram apontadas pelo escritor e declamador como sendo essenciais. “Precisamos de criar formas de estimular o interesse dos jovens pelos livros”. Para isso, frisou, deve haver uma política mais forte, coesa, actuante e envolvente, por parte dos Ministérios da Cultura, Educação e Juventude e Desportos, e dos promotores culturais. Lukeny Fortunato, do movimento “Artes ao Vivo”, lamentou o facto da passagem de testemunho ainda não ser visível na literatura, visto que os jovens escritores angolanos não trocam experiências com os consagrados. “O que vemos é os jovens autores irem aos lançamentos de livros dos kotas, mas não o contrário. Já vamos no sétimo ano de actividade, mas nunca registámos a presença de um escritor notável”, desabafou.
Além de Armindo Paím participaram na actividade os jovens declamadores Marcos Inglês, Poeta Momentâneo, Edson Muloji, Âtua, Kamba, e Rodrigues, assim como o trovador Lord Nilo e as cantoras Jurassi, Deep Love, e Jacks PaímA arte também deve ser olhada como um meio para reduzir a delinquência, através de actividades culturais gratuitas, afirmou o escritor Armindo Paím na terça-feira, em Luanda, durante uma iniciativa promovida pelo movimento “Artes ao Vivo” em que foi figura de destaque.
A criação de projectos que incentivem os jovens a adquirir hábitos e gosto pelas artes, em particular a literatura, foram apontadas pelo escritor e declamador como sendo essenciais. “Precisamos de criar formas de estimular o interesse dos jovens pelos livros”. Para isso, frisou, deve haver uma política mais forte, coesa, actuante e envolvente, por parte dos Ministérios da Cultura, Educação e Juventude e Desportos, e dos promotores culturais. Lukeny Fortunato, do movimento “Artes ao Vivo”, lamentou o facto da passagem de testemunho ainda não ser visível na literatura, visto que os jovens escritores angolanos não trocam experiências com os consagrados. “O que vemos é os jovens autores irem aos lançamentos de livros dos kotas, mas não o contrário. Já vamos no sétimo ano de actividade, mas nunca registámos a presença de um escritor notável”, desabafou.
Além de Armindo Paím participaram na actividade os jovens declamadores Marcos Inglês, Poeta Momentâneo, Edson Muloji, Âtua, Kamba, e Rodrigues, assim como o trovador Lord Nilo e as cantoras Jurassi, Deep Love, e Jacks Paím arte também deve ser olhada como um meio para reduzir a delinquência, através de actividades culturais gratuitas, afirmou o escritor Armindo Paím na terça-feira, em Luanda, durante uma iniciativa promovida pelo movimento “Artes ao Vivo” em que foi figura de destaque.
A criação de projectos que incentivem os jovens a adquirir hábitos e gosto pelas artes, em particular a literatura, foram apontadas pelo escritor e declamador como sendo essenciais. “Precisamos de criar formas de estimular o interesse dos jovens pelos livros”. Para isso, frisou, deve haver uma política mais forte, coesa, actuante e envolvente, por parte dos Ministérios da Cultura, Educação e Juventude e Desportos, e dos promotores culturais. Lukeny Fortunato, do movimento “Artes ao Vivo”, lamentou o facto da passagem de testemunho ainda não ser visível na literatura, visto que os jovens escritores angolanos não trocam experiências com os consagrados. “O que vemos é os jovens autores irem aos lançamentos de livros dos kotas, mas não o contrário. Já vamos no sétimo ano de actividade, mas nunca registámos a presença de um escritor notável”, desabafou.
Além de Armindo Paím participaram na actividade os jovens declamadores Marcos Inglês, Poeta Momentâneo, Edson Muloji, Âtua, Kamba, e Rodrigues, assim como o trovador Lord Nilo e as cantoras Jurassi, Deep Love, e Jacks Paím

Roque Silva

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: Paulino Damião

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