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Ministro Kundi Paihama apela à união entre antigos combatentes

Ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Kundi Paihama

Sumbe – O ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Kundi Paihama, apelou hoje, sexta-feira, na cidade do Sumbe, província do Kwanza Sul, aos associados a promover a união entre si, independentemente do movimento de libertação a que pertençam, no quadro do processo de unidade, reconciliação nacional e a preservação da paz social.

Kundy Paihama fez este pronunciamento em declarações à imprensa no final de uma visita de trabalho de 48 horas que efectuou à província destinada a constatar o funcionamento do seu pelouro, bem como auscultar as preocupações e dificuldades dos associados.
“Os angolanos por vontade própria e sobretudo a partir dos acordos de Luena decidiram pôr uma pedra sobre o passado e neste quadro criou-se o exército único. Nós antigos combatentes que fomos militares de várias alas seguindo este exemplo das Forças Armadas decidimos que os antigos combatentes também devem constituir uma única família”, frisou.
Para o efeito, acrescentou, foi criada a Federação dos Antigos Combatentes que congrega ex-guerrilheiros do MPLA, UNITA e FNLA na qual todos se revejam, tendo em vista a promoção da unidade e reconciliação nacional.
“Não importa de que movimento provenhamos. Nós agora somos uma família e devemos unir-nos em torno da família dos antigos combatentes sem distinções partidárias. Todos temos os mesmos direitos e deveres e para compreendermos isso será necessário um grande trabalho de sensibilização e de mobilização”, frisou.
Para si, a questão da unidade nacional é séria da qual depende a sobrevivência dos angolanos e deve exigir de todos a mudança de mentalidade e de atitude, com base no princípio da convivência pacífica de todos na diversidade.
Kundi Paihama que disse fazer um balanço positivo dos dois dias de trabalho teve durante a sua estada na província um encontro com funcionários da direcção local, onde recomendou um tratamento digno dos assistidos, bem como com antigos combatentes, deficientes de guerra, viúvas e ascendentes de combatentes para auscultar as suas preocupações.
Os problemas apresentados consubstanciam-se essencialmente no acesso à habitação, dificuldades de acesso ao mercado de emprego e no apoio às suas iniciativas individuais e colectivas em termos de projectos de geração de renda.
O governante visitou igualmente as instalações de Defesa civil, as oficinas de serralharia, bate-chapa, pintura e carpintaria, assim como projectos agro-pecuários, propriedades de deficientes físicos de guerra.
A província controla cerca de 2.168 mil assistidos.
Fonte: Angop
Foto: Angop

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