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Agência confirma “rating” máximo

A Fitch Ratings confirmou o “rating” AAA de longo prazo em moeda local e estrangeira dos EUA e dos títulos do Tesouro norte-americano, com perspectiva estável. A decisão reflecte o facto de os pilares chave da excepcional qualidade de crédito dos EUA continuam intactos, diz a agência.
A reiteração do “rating” também reflecte o papel central dos EUA no sistema financeiro global e a sua economia saudável, flexível e diversificada que formam a base da sua receita, acrescenta a Fitch. A flexibilidade monetária e da taxa de câmbio amplia a capacidade da economia dos EUA de absorver e se ajustar aos choques, prossegue a agência Fitch.
A agência afirma que reverá as suas projecções fiscais à luz do resultado das deliberações do comité conjunto, esperadas para Novembro, e sua perspectiva económica de curto e médio prazo para os EUA até o fim do ano.
Uma revisão em alta nas projecções de médio e longo prazo da Fitch para a dívida pública seja como resultado de uma recuperação económica mais fraca do que a esperada, seja pelo fracasso do comité conjunto de chegar a um acordo sobre medidas de redução do défice em pelo menos 1,2 triliões de dólares, provavelmente resultará numa acção de “rating” negativa, sehundo diz a agência de classificação de risco Fitch. Entretanto, as possibilidades da economia norte-americana enfrentar uma outra recessão, o temido segundo mergulho em menos de dois anos, são de 30 por cento, segundo uma pesquisa do jornal  dos Estados Unidos  da América “USA Today” publicada na terça-feira.
A probabilidade de outra turbulência económica duplicou em comparação com o levantamento feito há três meses (o risco era de 15 por cento), na avaliação dos 39 conceituados economistas daquele país sondados.
Isso significa que qualquer revés, como uma piora nos mercados accionistas ou um agravamento da crise fiscal na Europa daqui para a frente, pode deixar o país à beira do precipício. Mesmo se conseguir evitar uma recessão, os economistas projectam um lento crescimento do PIB de 2,5 por cento no próximo ano. A estimativa inicial era de 3,1 por cento.
O presidente do escritório do Federal Reserve em Atlanta, Dennis Lockhart, admitiu que o risco do país voltar a andar para trás cresceu nos últimos dois meses.

Fonte: Jornal de Angola

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