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Feira promove literatura angolana entre os estudantes de Cambambe

Um lote de 200 livros de escritores nacionais e estrangeiros são expostos a partir de amanhã até domingo, no município de Cambambe, na província do Kwanza-Norte, inserido no programa de actividades da segunda edição da Feira do Artesanato do Dondo.
A feira do livro, que é uma iniciativa do Ministério da Cultura e do governo da província do Kwanza-Norte, tem a coordenação de António Fonseca, director-geral do Instituto Nacional das Indústrias Culturais (INIC).
Em declarações ao Jornal de Angola, António Fonseca disse que o objectivo é incentivar as pessoas a terem o contacto com obras literárias de escritores nacionais e estrangeiros para permitir o amadurecimento dos seus aprendizados.
Informou que nesta edição é relançado o “Caderno Literário” da Brigada Jovem de Literatura do Kwanza-Norte, que foi um dos primeiros movimentos a surgirem nos anos de 1980.
António Fonseca disse que a feira tem como pretensão promover o hábito de leitura e debate entre os estudantes da província e permitir a compra de livros a preços mais baixos. “O objectivo é facilitar as pessoas a terem acesso fácil aos títulos a uma preço acessível.” Durante a feira vão ser montadas 18 tendas onde devem estar expostos várias obras literárias, de escritores como Agostinho Neto, Óscar Ribas, Arnaldo Santos, Cremilda de Lima, Maria João, Luandino Vieira, Maria Eugénia Neto, Fragata de Morais, Gabriela Antunes, Dário de Melo, António Jacinto, Kanguimbu Ananaz, John Bella e Rosalina Pombal.
O director-geral do INIC reconheceu que, apesar da actividade de destaque ser a exposição de peças artesanais, como olaria, instrumentos de caça e pesca e produtos decorativos, a feira tem também como propósito ajudar a criar um maior número de leitores na província do Kwanza-Norte.
António Fonseca disse que a feira é um projecto cultural que se pretende regular para apoiar as pequenas manifestações literárias que se registam na região.

O coordenador referiu ser uma oportunidade ímpar e de intercâmbio cultural, que criou inúmeras oportunidades de negócios e que deve ajudar no desenvolvimento económico da província.

Fonte: Jornal de Angola

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