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Apoio dos EUA para a formação

Técnicos angolanos vão ser formados por especialistas norte-americanos no domínio das energias renováveis, revelou ontem, ao Jornal de Angola, a directora para América do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Isabel Resende.
A diplomata angolana fez essa revelação na sede do ministério, depois de ter assinado, por Angola, o Sumário da Segunda Sessão do Diálogo Bilateral sobre Energia, decorrida no princípio deste mês, em Luanda, no quadro da visita a Angola do secretário assistente para Energia Internacional do Departamento de Energia dos EUA, David Sandalow.
Isabel Resende considerou excelente a relação entre Angola e os EUA, tendo informado, mais adiante, que durante o encontro bilateral, foram analisados pontos de extrema importância que vão ajudar na formação de técnicos angolanos no domínio das energias renováveis. Disse terem sido discutidos também vários projectos que, segundo ela, devem ser benéficos para Angola.
O Sumário da Segunda Sessão do Diálogo Bilateral sobre Energia é a súmula dos assuntos relacionados com a cooperação na área da electrificação, energias renováveis e petróleo, no quadro da parceria estratégica entre Angola e os EUA.
Durante a sua estada em Angola, David Sandalow afirmou que o Departamento de Energia dos Estados Unidos pretende desenvolver parcerias com o Executivo angolano no domínio energético.
Sandalow disse ter abordado com as autoridades angolanas questões relativas à produção de petróleo e gás e à produção de electricidade, no quadro do reforço da cooperação económica entre Angola e os EUA.
Ontem, depois da assinatura do Sumário da Segunda Sessão do Diálogo Bilateral sobre Energia, o embaixador dos Estados Unidos em Angola, que rubricou o documento pelo seu país, disse que o encontro serviu para estabelecer um plano de aplicação das iniciativas traçadas no quadro da parceria no sector energético.

Christopher McMullen afirmou que Angola tem sido, ao longo dos últimos anos, um parceiro estratégico dos EUA, acrescentando que os dois países têm a intenção de intensificar a parceria, não só no sector petrolífero, mas também nas áreas que não têm a ver com a energia. O diplomata norte-americano reafirmou a disposição do seu país de apoiar os esforços do Executivo angolano na diversificação da economia.

Fonte: Jornal de Angola

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