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Manuais escolares vão ser distribuídos assim que fiquem prontos na tipografia

As escolas públicas em Angola vão estar melhor servidas de material escolar a partir do próximo ano lectivo, assegurou ontem à imprensa, em Luanda, o director do Instituto Nacional de Desenvolvimento e Investigação da Educação (INIDE), David Chivela.
O responsável do INIDE avançou a informação à margem de uma reunião realizada ontem pelo Ministério da Educação com responsáveis de empresas e gráficas produtoras de material escolar.
“Tudo vamos fazer para cumprir as indicações do Executivo no sentido de, no próximo ano, não haver falta de material escolar, fundamentalmente no ensino primário, que tem sido uma das maiores preocupações a nível do ensino em Angola”, afirmou.
David Chivela referiu que, devido às reclamações dos encarregados de educação, professores e alunos, o INIDE vai procurar encontrar um maior dinamismo na produção dos materiais e exigir aos produtores um maior cumprimento dos acordos. Uma equipa técnica está a trabalhar para evitar que as ocorrências registadas nos últimos anos, relativamente à existência de enormes quantidades de material didáctico nos mercados informais, voltem a acontecer.
“Os encarregados de educação só vão ao mercado quando há falta de livros nas salas de aulas e penso que, se cumprimos as nossas obrigações com o Governo, vamos evitar que cenas dessa natureza voltem a acontecer”, sublinhou.
A equipa técnica do Ministério da Educação recebeu orientações no sentido de trabalhar directamente com as gráficas, editoras e transportadoras de material escolar.
“Tem havido atrasos na entrega dos livros por parte das empresas responsáveis pela sua produção e, por outro lado, tem havido uma desarticulação no transporte, principalmente para as outras províncias”, explicou.

O desvio de material didáctico para os mercados informais constitui uma das maiores preocupações do INIDE. Para evitar esse tipo de situações, a Polícia vai trabalhar com os inspectores da Educação para, em conjunto, encontrarem os melhores caminhos para a resolução do problema. Uma das medidas desde já perspectivada consiste no transporte imediato dos materiais, conforme estes vão sendo produzidos, para as delegações provinciais e municipais. David Chivela assegurou que já foram produzidos 40 milhões de livros do ensino primário para o próximo ano.

Fonte: Jornal de Angola

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