Prémio de Cultura e Artes representa reconhecimento do trabalho – vencedores

ACTORES PRINCIPAIS DO PRÉMIO NACIONAL DE CULTURA E ARTES POSAM COM RESPONSÁVEIS GOVERNAMENTAIS (FOTO: HENRI CELSO)

Os vencedores do Prémio Nacional de Cultura e Artes, edição 2017, apontaram hoje (sexta-feira), em Luanda, que a conquista deste troféu constitui reconhecimento dos vários anos em prol do desenvolvimento e crescimento da cultura nacional.

Em declarações à imprensa, após ter recebido o prémio, o músico Carlos Lamartine, afirmou que o galardão é um reconhecimento dos 50 anos de trabalho em torno da cultura, e que sempre soube fazer valer a sua voz.

Dedicou o prémio a todos que acompanharam o seu percurso ao longo dos vários anos de carreira musical.

O encenador Osvaldo Moreira que arrebatou o prémio na categoria de teatro, afirmou que o galardão é o reconhecimento significativo do serviço prestado durante nove anos.

Referiu que o Prémio de Cultura e Artes não é o objectivo, é apenas um degrau dos propósitos que o grupo tem para com o teatro.

Já Ana Guerra Marquez da Companhia Contemporânea de Dança de Angola, avançou que o prémio é sempre um reconhecimento do trabalho que a companhia vem desenvolvendo desde a sua criação.

Na sua óptica, é um grupo que já merecia essa distinção há muito tempo.

Para Isabel Trindade, representante da equipa de realização das festividades da Nossa Senhora do Monte, o prémio é uma demonstração da qualidade de cultura que se faz na província ao longo dos anos.

Este troféu vai incentivar o grupo a continuar a trabalhar para o engrandecimento da cultura nesta região do país.

Foram distinguidos ainda o artista plástico Horácio Da Mesquita, a jornalista Maria Luísa Fançony, o escritor António Fonseca e o realizador Abel Couto. (Angop)

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