Pequena narrativa de uma celebração do Aniversário da Independência de Angola

Restaurante Batata Doce (DR)

Na histórica Rua São João da Mata em Lisboa o Espaço Associativo e Galeria de Arte Atelier Aberto e o Restaurante Batata Doce associam-se a celebração dos 43 anos de Independência de Angola, entre o número 56 A ( Restaurante Batata Doce) e o número 59 A / 59 ( Atelier Diálogo Aberto ) . Esta histórica Rua São João da Mata é segundo vários historiadores que o Bairro Santos-o-Velho estava inserido no Bairro dos Mocambos, autrora e a época um bairro marcado pela vivência e pela presença significativa da Comunidade Africana.

A histórica e militante activa por várias causas nomeadamente pela promoção da Cultura africana e pelo cruzamento de várias correntes culturais como é conhecida a tia Isabel Batata Doce, junta-se ao enérgico Atelier Diálogo Aberto gerido pelo talentoso Escultor/Pintor moçambicano Malenga para de mãos abertas e unidas na sua identidade africana, comemorarem os caminhos de uma nação angolana juntando as energias de uma nova linguagem que se quer una, tolerante, pacífica e respeitadora de todas as diferenças. Neste quadro de Diversidade e por feliz coincidência a Declamadora Manuela Leitão estará nessa noite connosco para em conjunto brindarmos também a alegria e a esperança que se espera todos os dias para que uma Nação se renove no seu quotidiano e com a Humanidade

Por todas estas razões e mais algumas que iremos referir nos próximos dias talvez outros parceiros se juntem a esta celebração da Independência do Povo angolano.

Neste evento iremos servir a histórica e conhecida Moamba de galinha ( Prato Tradicional da Culinária Angolana), que servirá de sabor juntamente com outros paladares e outras bebidas variadas que fazem parte deste menu que custa por pessoa 15 euros. A par dos sabores e das bebidas não faltará neste evento animação musical de Angola e de outros países com quem Angola tem mantido relações culturais.

Eldmir Faria Barreto conhecido gestor cultural africano fará animar o seu imaginário com o seu bom gosto musical. Junta-se também Francisco Belo, Engenheiro Informático, mas um profundo amante da Música angolana e que levará também ao Atelier Aberto o seu bom gosto musical.

Não há Estados perfeitos. Mas celebrar a Independência de um Povo através da Arte e da Cultura é sempre um motivo de grande orgulho para quem como nós sente essa honra em organizar esta festa que é Vossa, mas também é Nossa. Por isso os lugares e as cidades são pontos de encontro de diálogo permanente com a descoberta de uma outra cultura ou de outros sabores a provar. A música fará parte integrante da ementa que queremos começar a servir a partir das 20 horas. Apareça e traga outro amigo também.

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