Paulo Flores defende indústria de produção musical em todo país

Paulo Flores (Foto: F.Miúdo/A.Julião)

O músico angolano Paulo Flores defendeu nesta segunda-feira, no Lubango, a criação de indústrias discográficas no país, para contribuir no programa de desenvolvimento cultural e na diversificação da economia nacional.

O também compositor fez estas declarações à Angop após ter participado no fim-de-semana num show musical.

O autor de “Bajú” sublinhou que havendo fábricas de discos se vai fortalecer a produção da música em vários géneros, sem depender da aquisição deste produto a partir do exterior, principalmente nesta época de aperto como resultado da conjuntura económica e financeira mundial.

“A indústria de discos vai sustentar um nível cultural no mundo artístico e em consequência haverá uma comercialização a preços mais baixos para facilitar que o consumidor possa comprar sem quaisquer sobressaltos”, disse.

Nascido em Luanda, em 1972, Paulo Flores tem 11 discos publicados: “Kapuete kamundanda”, 1988, “Sassassa”, 1990, “Coração farrapo”, 1991, “Cherry”, 1991, “Brincadeira tem hora”, 1993, “Inocente”, 1995, “Perto do fim”, 1998, “Recompasso”, 2001, “Xé povo”, 2005, “best of” e um dvd ao vivo. (Angop)

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