Luísa Fançony galardoada na modalidade de jornalismo cultural

LUÍSA FANÇONY (FOTO: ANTÓNIO ESCRIVÃO)

A apresentadora dos programas Reencontrar África e Afrikiya, Maria Luísa Fançony, é a galardoado com o Prémio Nacional de Cultura e Artes 2017, na modalidade de jornalismo cultural.

De acordo com o júri, o trabalho da jornalista sempre primou pela postura didáctica, qualidade na elaboração estética e narrativa, longevidade, apego e persistência na temática, no tratamento jornalístico e divulgação de aspectos da cultura angolana e africana.

Maria Luísa Fançony nasceu no município do Luau, província do Moxico, mas com um ano e seis meses mudou-se para o Bié, onde viveu até aos 16 anos.

Luísa Fançony começou a sua trajectória jornalística muito cedo, na rádio Clube do Bié, como colaboradora e, nessa condição, esteve também na rádio Clube do Lobito.

A mudança para Luanda dá-se a convite de José Maria Almeida, que tinha programas na Emissora Católica de Angola. Pelo facto de serem programas muito modernos e a temática não ser muito adequada à sua locução, foi trabalhar para a Rádio Voz de Luanda, onde produziu um programa intitulado a Hora da Mulher e outros de entretenimento.

Mas foi em Portugal onde entrou para a Emissora Oficial de Angola, como realizadora de programas. Na Rádio Nacional de Angola foi directora de programas, ao mesmo tempo que realizou programas como “Para a Mulher” e “Reencontrar a África”.

Em 1992 fundou a Luanda Antena Comercial (LAC) com Mateus Gonçalves e José Rodrigues, emissora da qual é directora.

Luísa Fançony teve três passagens pela TPA, com programas ligados à mulher e ao debate de questões de índole social, apresentou ainda o programa de domingo à noite “Você Decide” e, em 2009, foi eleita Diva da Comunicação

Depois de muitos anos de trabalho fez uma formação superior em Psicologia da Educação, opção que considera ser importante devido à especificidade dos programas que sempre produziu na rádio. (Angop)

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