Homicídio de antiga apresentadora da TPA continua envolvido em mistério

(DR)

A Policia de Investigação Criminal (SIC) mantém cinco indivíduos detidos suspeitos do assassinato de Beatriz Fernandes e de Jomance Muxito, ocorrido há três semanas, mas não foram revelados dados novos sobre o que está por detrás do duplo homicídio da antiga apresentadora da TPA e do jovem que a acompanhava.

A informação foi avançada hoje à imprensa pelo Director adjunto do SIC-Luanda, superintendente Jorge Pederneira, que falava à imprensa durante a apresentação dos resultados da actividade operacional desenvolvida no combate ao crime violento nas últimas semanas na cidade de Luanda.

Segundo Jorge Pederneira, está é a única informação que pode ser avançada sobre os assassinatos da antiga apresentadora da TPA e funcionária da Endiama quando o crime teve lugar, Beatriz Fernandes, e do jovem que a acompanhava, Jomance Muxito, ocorridos no dia 26 do mês passado.

“Os nossos efectivos estão a trabalhar atentamente para que este crime esteja esclarecido”, aponta, sublinhando que as investigações estão em curso “e que o SIC-Luanda vai apresentar os dados finais quando estiverem concluídas”.

O SIC apresentou ainda 21 indivíduos implicados em várias práticas de crime, com maior realce para o cidadão de 42 anos que abusou sexualmente de uma menor de 11 anos, e para dois homicídios frustrados, nos municípios de Cacuaco e Viana.

Jorge Pederneira disse ainda que, durante as buscas e detenções, as forças da ordem fizeram a apreensão de diversos bens que se encontravam na posse dos supostos meliantes.

“Fizemos a apreensão de 300 munições de AKM, quatro armas de fogo do tipo AKM, duas armas de fogo do tipo Galili, cinco armas de fogo do tipo Makarov e duas pistolas do tipo Jericho”.

Foram igualmente apreendidos dois Tabletes, três televisores, dois computadores, um descodificador de televisão por satélite, impressora e computadores, um Ipad, três cartões multicaixa de bancos diferentes e 357 mil Kwanzas.

Na ocasião, o director reiterou o apelo aos cidadãos que insistem nesta prática indecorosa a deixarem-ma, porque o crime não compensa. (Novo Jornal Online)

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