Há duas marcas de “Água Clara” no mercado

(Foto: Walter dos Santos)

A que preenche os requisitos exigidos demarca-se empresa suspensa

O Ministério da Indústria suspendeu a comercialização e o consumo da água de Mesa Clara, produzida pela empresa FELIZANDER – Comercio Geral, Industria e Agro-pecuária, sita no Município de Viana, zona do Kikuxi.

No entanto, havendo duas empresas distintas que produzem o mesmo produto, com qualidades diferentes, porém com a mesma marca, faltou fazer referência dos detalhes que separam uma embalagem da outra.

Para dirimir equívocos, em conferência de imprensa realizada na segunda-feira, 13, o representante da empresa produtora de água “CLARA”, localizada no município de Cacuaco, comuna de Kifangondo, fez saber que o processos de tratamento e purificação relizada pela sua empresa é de nível internacional e passa pela inspecção, todos os meses, do Ministério da Saúde, departamento de Higine para Inspecção Sanitária, para além das análises internas a que o produto é submetido para controlo.

O responsável instou os seus clientes a consumirem o produto sem a mínima desconfiança, devendo para o mesmo saber diferenciar o produto com qualidade em detrimento da “Clara suspensa”.

Dicas para diferenciação

“A nossa garrafa tem estampada a etiqueta (símbolo da Clara) no meio da embalagem, enquanto a outra tem estampada no topo do recipiente. Eles usavam como distintivo a Palanca Negra, nós usamos uma árvore ensombrada no meio da água. A tampa da garrafa suspensa é mais clara e com um carater, a nossa é mais azul e sem carater nenhum”, alertou.

Costa Cunha fez saber que a empresa a que pertence é entidade licenciada e, para além do alvará, tem a documentação remetida há mais de seis meses para a titularidade da marca Clara.

Por causa desta “confusão” de marcas, avança, vários postos de trabalho estão ameaçados fruto da queda de venda a que a empresa está sujeita.

“O problema é que a polícia quando vai fazer apreensão do produto suspenso, confunde com a nossa Clara e condiciona o abastecimento aos nossos clientes”, lamentou (Portal de Angola)

por Osvaldo de Nascimento

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