Governador satisfeito com aprovação do memorando das tarifas de bilhetes de passagem da TAAG

(Foto: D.R.)

O governador de Cabinda, Eugénio Laborinho, manifestou-se satisfeito com aprovação, quarta-feira, pela Comissão Económica do Conselho de Ministro do Memorando sobre Tarifas dos Bilhetes de Passagem da TAAG de Cabinda/Luanda e vice-versa.

A satisfação foi manifestada quarta-feira no aeroporto local, quando fazia o balanço da visita do chefe estado angolano, João Lourenço, a província.

Eugénio Laborinho disse que com aprovação deste pacote e outros que poderão acontecer, brevemente, o Presidente da República, João Lourenço, orientou os membros da comissão económica para que na próxima semana seja aprovado, dinamizado e depois passar à prática.

O governador referiu ainda que o Presidente da República orientou igualmente os titulares dos ministérios das Finanças, Transportes e da companhia aérea TAAG para dinamizarem o projecto para que ainda neste mês de Novembro seja implementado.

Mostrou-se igualmente satisfeito pelo facto de o Presidente da república ter afirmado que vai acompanhar milimetricamente a província de Cabinda porque muitos dos projectos seleccionados para a província e que andam paralisadas poderão conhecer um outro ritmo, realçando que João Lourenço passou por esta província durante luta de libertação nacional e conhece bem os hábitos e costumes da região.

Eugénio Laborinho prometeu trabalhar com os departamentos ministeriais de formas a viabilizarem e dinamizarem todos os projectos da província que só vêem criar um bem-estar da população de Cabinda.

Considerou positiva a visita do Presidente da República à província de Cabinda, que serviu para constatar o grau de execução de vários projectos em curso na região e inteirar-se das razões da sua paralisação, no sentido de dar sequência de forma mais dinâmica por existir muita reivindicação a respeito de alguns projectos que estavam em curso e que sofreram paralisação.

O governante lembro está a frente da direcção da província de Cabinda há penas um mês e que tudo está a fazer, “tendo apoio e colaboração da sociedade civil, empresários, juventude, das autoridades tradicionais e das igrejas que não pouparam esforços para poderem ajudar a nova governação”. (Angop)

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