Enfermeiros de Luanda cortam colaboração em diagnósticos

Imagem ilustrativa- profissionais da seringa de Angola (DR)

Governo havia permitido a realização de certos exames por enfermeiros; Sindicato diz que os enfermeiros nunca foram pagos por isso.
Os enfermeiros de Luanda deixam de colaborar com os médicos em algumas consultas, a partir da próxima segunda-feira (13), em protesto contra o não pagamento dos subsídios acordados.

A decisão visa romper de forma unilateral um protocolo assinado com o patronato autorizando os técnicos a realizar determinadas consultas e exames físicos complementares, mediante o pagamento de um subsídio específico.

A decisão, segundo o responsável provincial do sindicato enfermeiros, António Kileba, é parte das reivindicações da classe e saiu da sua recente assembleia, em resposta ao não pagamento dos subsídios acordados por parte da entidade patronal.

O governo provincial de Luanda havia permitido, há cerca de cinco anos, que em face do déficit considerável de técnicos superiores de enfermagem e de pessoal médico, os enfermeiros qualificados deviam, “excepcionalmente”, realizar determinados exames físicos e complementares, bem como determinar diagnósticos e prescrição de tratamentos. (Voa)

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