Embaixador de Angola destaca união dos angolanos para o desenvolvimento

Daniel António Rosa - Embaixador de Angola na Guiné-Bissau (Foto: Cedida pela fonte)

O Embaixador de Angola, acreditado na Guiné-Bissau, Daniel Rosa, destacou sábado, em Bissau, a união dos angolanos como factor que tem vindo a contribuir decisivamente para o desenvolvimento e crescimento do país.

No acto comemorativo local dos festejos do 42º aniversário da Independência Nacional, assinalado a 11 de Novembro, o Diplomata associou o lema da efeméride “Unidos por uma Angola democrática, una e indivisível”, às várias realizações ocorridas durante os 42 anos de independência, particularmente desde o alcance da paz definitiva, em 2002.

Perante os diplomatas angolanos, membros da comunidade angolana em Bissau e convidados, Daniel Rosa realçou a importância da data como principal marco da história de Angola, porquanto foi num dia como este que os angolanos tornaram-se livres, independentes do regime colonial português, após 500 longos anos de colonização.

“O lema central desta efeméride bem reflecte a heróica acção: “Unidos por uma Angola democrática, una e indivisível”. Angola uniu-se de facto”, realçou.

Saudou os heróis que se bateram para que os angolanos possam viver em liberdade e trabalhar para ajudar Angola a crescer e se desenvolver, almejando atingir patamares de desenvolvimento de outras grandes e poderosas Nações.

Nesta perspectiva, destacou as várias conquistas, com particular realce para a preservação e manutenção da paz que tem permitido o alcance do desenvolvimento, do progresso social e do bem-estar do povo angolano nos mais variados domínios da vida nacional.

Na sua intervenção, destacou o contexto em que a efeméride é celebrada, marcada pelas recentes eleições gerais realizadas em Angola, consideradas pela Comunidade Internacional como um exemplo a seguir, ao consagrar vencedores o partido MPLA e o seu candidato, João Manuel Gonçalves Lourenço.

“Foi uma transição política histórica, pacífica e ordeira que consistiu na saída do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e o assumir da mais alta magistratura do País pelo General João Manuel Gonçalves Lourenço, actual Presidente da República”, salientou.

Como resultado destas eleições, acrescentou, foi já constituído na República de Angola um novo Executivo, que reitera o compromisso de focar a sua acção na resolução dos problemas do povo, com uma maior aposta no sector social e na diversificação da economia. (Angop)

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