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Comandante-geral quer comunicação célere
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Comandante-geral quer comunicação célere

O comandante-geral da Polícia Nacional pediu maior abertura dos efectivos da área de comunicação institucional na prestação de informação célere aos jornalistas de forma a evitar especulações.

Ambrósio de Lemos insistiu que o comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional, António Maria Sita, “deve esclarecer os órgãos de comunicação social sobre todas as questões relativas ao seu pelouro e não fugir às questões”. “Se o delegado provincial e comandante da Polícia em Luanda evitar falar para os jornalistas sobre assuntos do seu domínio, então não serve para o cargo e não estará aí para nada, deve ser substituído”, disse Ambrósio de Lemos, que falava em resposta ao facto do porta-voz da Polícia Nacional e altas patentes da corporação recusarem inúmeras vezes a falar para os jornalistas sobre temas da actualidade, como o caso da morte da jornalista Beatriz Fernandes, remetendo os jornalistas para o Serviço de Investigação Criminal.

Ambrósio de Lemos referiu-se à disponibilidade dos responsáveis do Serviço de Investigação Criminal, Protecção Civil e Bombeiros, Serviço de Migração e Estrangeiros e da Polícia em prestar informações aos jornalistas.

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