Reserva internacional líquida de Angola

Banco Nacional de Angola (Foto: Angop/Arq.)

A noção de reservas internacionais está associada aos depósitos que a autoridade monetária de um país tem de divisas estrangeiras. Por norma, as reservas internacionais são compostas em euros e dólares, cuja administração depende do banco central no nosso caso o BNA.

Um país deve contar com reservas internacionais para realizar importações ou para subscrever serviços em moeda estrangeira,tendo em conta que no comércio internacional só se aceitam as moedas/divisas mais fortes, é imprescindível que cada nação disponha das suas próprias reservas internacionais, de um modo geral, as reservas internacionais também permitem dar apoio aos passivos, daí que estas reservas serem consideradas um indicador de riqueza e de estabilidade económica.

O BNA ao dispor de reservas internacionais, pode incidir no valor da moeda. Quando a taxa de câmbio não é fixa, a relação entre a moeda local e as divisas mais fortes varia de acordo com a oferta e a procura das mesmas.

Se o BNA apresentar um bom nível de reservas internacionais, pode optar por comprar ou vender divisas para reavaliar ou desvalorizar a moeda do país.

Cabe destacar que as reservas internacionais são o resultado dos pagamentos que realiza o país no exterior (pelas suas dívidas, importações, etc.) e dos rendimentos/lucros que recebe do estrangeiro (pela via das exportações ou remessas recebidas).

Com esta redução o país corre o risco de entrar num défice económico, reduz se as importações.

A escassez de dívida no mercado, por outro lado, aumenta a dívida externa, Uma das muitas maneiras de rever isso é aumentar o nível de exportação, e criar maior controlo na movimentação dos mesmo e apostar na produção nacional.

Por: Professor Nelson Lukoki

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