Preços atraem clientes mas produtos violam legislação

Parte Frontal da Cidade da China, localizada na via expressa Fidel Castro. (Expansão)

A crise não afasta os angolanos dos produtos chineses, apesar de ter reduzido os negócios das “muambeiras”. Na Cidade da China, 220 lojas com materiais provenientes do gigante asiático estão à disposição dos angolanos, mas com rótulos escritos em chinês, contrariando o que diz a lei.

Cada vez mais são os angolanos que vão à China sem sair de Angola, mais precisamente a Viana, onde o centro comercial Cidade da China é destino de muitos luandeses que encontram ali um leque alargado de produtos provenientes daquele país asiático. A diversidade dos produtos é uma das razões apontadas por quem ali se desloca, mas é sobretudo o preço dos produtos que cativam os clientes.

A Cidade da China foi inaugurada em Junho do ano passado. Tem 220 lojas distribuídas por 16 naves, nas quais estão à disposição materiais de construção, decoração, mobiliário, artigos para o lar, acessórios, peças para automóveis, brindes para festas e até fardos com roupa e calçado.

A maior parte dos negociantes são estrangeiros, sobretudo chineses, egípcios, mauritanos e namibianos. Os produtos são comercializados a retalho e a grosso e as lojas estão abertas das primeiras horas do dia até às 12 horas. Além da zona comercial, tem áreas destinadas ao processamento e montagem, armazenamento, actividades logísticas, e área de exposição. (Jornal Expansão)

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