Frelimo quer união

Filipe Nyusi (centro), Presidente de Moçambique, ladeado de outros membros da FRELIMO (DR)

O SECRETÁRIO-GERAL (SG) da Frelimo, Eliseu Machava, afirmou ontem, em Maputo, que os Acordos de Lusaka devem ser celebrados como a data da união dos moçambicanos que sempre souberam estar juntos e defender a mesma causa.

Machava disse que no dia 7 de Setembro, data em que se celebra a vitória sobre o colonialismo português, a Frelimo comemora os momentos em que conseguiu gerir cada situação, de modo a que os moçambicanos continuassem firmes no combate pela libertação do país.

Falando na Praça dos Heróis, em Maputo, o secretário-geral do partido no poder indicou que o Dia da Vitória deve servir de reflexão sobre como os moçambicanos eram antes e como se devem comportar no presente e no futuro para superar os desafios que têm pela frente.

“Saudamos o povo moçambicano e, particularmente, os combatentes da luta de libertação nacional que souberam dar exemplo de união para defender a mesma causa. A celebração desta data lembra, igualmente, os momentos em que a Frelimo tinha de se manter firme no combate pela libertação do país, até à conquista da vitória, a 7 de Setembro”, disse Machava.

Afirmou que esta é altura de os moçambicanos reflectirem sobre os seus actuais desafios, nomeadamente a consolidação da unidade nacional, paz duradoira e aumento da produção e da produtividade.

“A expectativa que temos é que os moçambicanos vão compreender, uma vez mais, a importância da participação de cada um de nós para fazer face aos desafios que o país tem pela frente. Por isso, acreditamos que chegaremos lá”, indicou.

Sobre as negociações em curso para a paz efectiva no país, Eliseu Machava disse que a Frelimo confia no trabalho que está a ser realizado pelos dois líderes e pelas equipas que tratam das questões para as quais foram indicadas.

“O apelo é que todo este processo seja abraçado por todos os moçambicanos, em termos de facilitação, porque num trabalho em que se discute assuntos complexos é necessário que haja um bom entendimento entre as pessoas. Vamos confiar nos indivíduos indicados para realizar o trabalho, mas naturalmente cada um vai fazer o papel que lhe cabe”, acrescentou. (Jornal de Notícias MZ)

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