Cabinda: Comandante reafirma que confere as FAA o direito da defesa da soberania

CABINDA: COMANDANTE DA REGIÃO MILITAR CABINDA (RMC) TENENTE-GENERAL, LUÍS DOMINGOS *PITÉW* (FOTO: PEDRO JOÃO)

O comandante da Região Militar Cabinda, tenente-general Luís Domingos Manuel “Pitéw”, reafirmou hoje, sexta-feira, nesta cidade, que confere as Forças Armadas Angolanas (FAA) o direito de defesa da soberania e da integridade territorial angolana.

Luís Domingos falava durante o acto de abertura, Quartel General do Comando da Região Militar, do II Período do Ano de Preparação Operativa Combativa e de Educação-Patriótica 2017/2018.

Segundo o comandante, para a concretização e o cumprimento desse desiderato, requer um alto nível de preparação, organização e disciplina, que encontra a sua base na sustentação no processo de instrução permanente, onde o militar está em constante renovação da sua capacidade física e mental, para maior habilidade no domínio da arte, técnica e do armamento colocado a sua disposição.

Disse também que, neste processo, os comandantes a todos os níveis são chamados a contribuírem com o seu saber, nos vários domínios da vida e actividade dos efetivos, mostrando as suas experiências e bons exemplos, para que tenham unidades coesas e disciplinadas, capazes de cumprir com clareza as missões atribuídas, no tempo oportuno.

Salientou também que “não devemos esquecer que, para o êxito da execução de todas as tarefas planificadas, precisamos de ter um militar sã, livre de patologias”.

Assim, exortou aos comandantes e Chefes de Unidades e subunidades da RMC para que dediquem maior atenção aos problemas de saúde dos efetivos, facilitando assim todo trabalho de sensibilização levado a cabo pelos órgãos de Saúde, Justiça e Educação Patriótica, no que tange a transmissão de mensagens educativas sobre saúde preventiva.

Louvou por outro lado, a todos os efetivos pela participação activa no 1º. Período do Ano de Instrução e no Processo de votação de 23 de Agosto, bem como no cumprimento das orientações baixadas superiormente que foram cumpridas na íntegra.

A terminar, indicou a necessidade de aumento dos mecanismos de controlo de fiscalização mais eficiente e atuante, para que no final do ano de instrução “possamos, com o mesmo rigor, cobrar de tudo quanto foi ministrado, incluindo as grandes batalhas contra o uso excessivo de bebidas alcoólicas, drogas, analfabetismo, acidentes de viação, mortes extra-hospitalares e outros comportamentos que possam manchar o bom nome das FAA, do Exército e da Região Militar Cabinda. (Angop)

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