UNITA Recorda e enaltece feitos de Jonas Savimbi

(UNITA)

Familaires, militantes, simpatizantes e amigos do Dr. Jonas Malheiro Savimbi assinalaram esta quinta-feira, 3 de Agosto de 2017, o 83º aniversário natalício do Presidente fundador da UNITA, Dr. Jonas Malheiro Savimbi.

Em Luanda, a data foi marcada pela realização de uma palestra no Complexo Sovsmo, em Viana, orientada pelo Secretário-geral da UNITA e da qual particparam várias pessoas de diferentes regiões da capital.

Falando aos presentes, Franco Marcolino Nhany recordou que o “ Presidente Fundador da UNITA, tombou heroicamente em combate, aos 68 anos na terra que o viu nascer, com a sua arma na mão, ao lado dos seus soldados e do seu povo, pondo assim fim a sua brilhante carreira de estratega político-militar de craveira internacional”.

Segundo Nhany, essa dimensão de tamanha grandeza humana, patriótica e de devoção à causa do povo angolano, coloca o nome de Jonas Savimbi, na senda das célebres palavras de Martin Luther King quando dizia: “Todo aquele que não tiver uma causa pela qual pode lutar e se necessário morrer, não é digno de viver”- fim de citação.

Para Franco Marcolino Nhany, o evento desta quinta-feira, serviu, não só para homenagear um Herói nacional, mas, e acima de tudo, para que as novas e futuras gerações possam lembrar-se de Jonas Savimbi, “como um Homem da história, e conhecer todas as referências da sua vida e obra, constituindo, a data do seu nascimento, um momento excepcional de reflexão sobre a história, a sociedade e a identidade cultural dos povos de Angola”.

Ao destacar as multiplas qualidades de Jonas Savimbi, o número 3 na heirarquia da UNITA afirmou que o Presidente Fundador estudou arduamente e no seu percurso intelectual, politico, diplomático e militar, aplicou séria e profundamente os conhecimentos adquiridos.

“Sob vigilância intensa da polícia política portuguesa, a PIDE-DGS, o Dr. Jonas Malheiro Savimbi conheceu prisões, até escapar, clandestinamente, do território português para a Suíça, em Lausanne, onde concluiu a sua formação académica, com a licenciatura em ciências politicas e sociais”, adiantou, sublinhando que falar da vida e obra do Dr. Jonas Malheiro Savimbi é retratar o percurso histórico da UNITA na luta anticolonial de libertação nacional e na luta de Resistência contra o expansionismo russo-cubano, que pós fim a ditadura comunista em Angola e permitiu a instauração do Estado Democrático de Direito em cujos fundamentos emanam dos princípios fundadores que ele mesmo criou, inspirou e dirigiu durante longos anos de vida e perpetuo na memória colectiva dos seguidores mais directos e de todos os povos de Angola.

“O Dr. Jonas Savimbi era, assim, um Homem de causas e convicções profundas, próprias de um Homem que aceitou colocar toda a sua vida ao serviço do seu povo”, destacou, avançando que a perpetuação da obra de Jonas Savimbi pode ser vista hoje no desempenho político do principal instrumento de luta por ele criado, a UNITA, hoje conduzida por um dos mais fieis intérpretes da sua filosofia politica, o Dr. Isaías Samakuva, Presidente do Partido e Candidato certo a Presidente da República, cujo desempenho durante esta fase de campanha eleitoral tem sido testemunhado por todos os angolanos.

Franco Marcolino Nhany disse que o Dr. Jonas Malheiro Savimbi foi e será sempre para os angolanos, a sua fonte de inspiração na luta pela justiça social e pela conquista de uma vida digna para todos os cidadãos desta Pátria.

“O Projecto de Jonas Savimbi continua vivo, válido e actualizado no tempo e nas circunstâncias em que os angolanos se vêm confrontados com a governação do MPLA caracterizada por desvio de fundos do Estado, corrupção, discriminação, falta de justiça, arrogância, humilhação dos angolanos, falta de transparência, intolerância e crimes políticos, operações de charme e de toda uma panóplia de condutas imorais”, afirmou, precisando que diante desta triste e dramática experiência governativa que arruinou, continua a arruinar e a comprometer o futuro de gerações inteiras, em benefício de um grupo de angolanos devidamente organizados para maquinar o mal, o povo angolano prepara-se para exercer o seu legítimo direito de voto, no dia 23 de Agosto.

De acordo com o Secretário geral da UNITA, Angola não pode continuar a ser dirigida por um grupo de cidadãos que se atribuiu a si mesmo privilégios especiais e se marimbam da pobreza e da miséria extrema dos seus irmãos.

“Angola tem de ser dirigida por homens e mulheres íntegros, capazes e que têm nos seus compatriotas sofredores, a razão da sua condição de dirigentes, (…)Angola quer para a sua direcção os seus filhos mais brilhantes, inteligentes e trabalhadores dedicados, que partilham com os seus irmãos as benesses e as agruras que a Mãe-Pátria pode proporcionar”, disse o político, que acusa os órgãos de comunicação social públicos de veículos da propaganda político eleitoral, autênticas caixas-de-ressonância e de enaltecimento das obras descartáveis que se exibem para mostrar serviço de última hora e, tentando, em vão, desviar os angolanos da rota da mudança.

Segundo sublinhou, a UNITA representa a garantia de que as políticas públicas nesse país irão beneficiar, de facto, todos os angolanos, com políticas eficazes nos sectores da educação, saúde, habitação, emprego e justiça, com o objectivo primordial de acabar com a pobreza em toda a sua dimensão.

“Por isso a UNITA vai continuar a concentrar-se em apresentar de forma clara ao eleitorado as medidas políticas e de governação para tirar o país da grave crise social, institucional e de valores em que se encontra, e não vai perder tempo em discutir o passado”, insistiu Franco Marcolino Nhany, que lamentou o discurso inflamado e os actos de violência que em muitos casos terminaram em mortes de cidadãos.

“Esta atitude é um sinal inequívoco do estado de angústia em que se encontram os detentores do regime cessante, na vã tentativa de perpetuarem o sofrimento do povo”, apontou, sublinhando a serenidade da UNITA, numa estratégia inteligente que não cede a chantagens nem responde a provocações.

(Nota de imprensa enviada a nossa redacção com pedido de publicação)

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