União Europeia amplia sanções contra a Coreia do Norte

Bandeiras da União Europeia (Afp)

A União Europeia (UE) anunciou hoje que ampliou o número de pessoas e de empresas da Coreia do Norte visadas por sanções do bloco comunitário, decisão que coincide com a recente resolução adotada pelo Conselho de Segurança da ONU.

O bloco europeu acrescentou nove pessoas e quatro empresas norte-coreanas à lista de indivíduos e entidades sancionados com medidas como o congelamento de bens e restrições de movimento.

Numa reação aos programas balístico e nuclear norte-coreanos, e à violação de outras resoluções anteriores, o Conselho de Segurança da ONU adotou, por unanimidade, no passado fim de semana uma resolução que reforçou fortemente as sanções impostas à Coreia do Norte, que, caso for respeitada, privará o regime de Pyongyang de mil milhões de dólares de receitas anuais.

O texto representou um êxito para os Estados Unidos, que conseguiram convencer a China — principal apoiante do regime liderado por Kim Jong-Un – e a Rússia a aumentar a pressão internacional sobre a Coreia do Norte, acusada de ser uma “ameaça global”.

“A decisão eleva para 62 o número total de indivíduos que são afetados pelas medidas restritivas contra a Coreia do Norte e para 50 o número de entidades listadas pela ONU”, assinalou o Conselho da UE, numa nota informativa.

A par desta lista, a UE designou “de forma autónoma” um grupo composto por outros 41 indivíduos e outras sete entidades “completando e reforçando o regime de sanções da ONU”.

A decisão do Conselho da UE, que representa os atuais 28 Estados-membros do bloco, foi aprovada por procedimento escrito e será publicada no Jornal Oficial da União Europeia na sexta-feira. (Notícias ao Minuto)

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