Uíge: Mulher sindicalizada pede envolvimento para combate à descriminação da mulher

Uíge (AP)

A descriminação indirecta vivida pela mulher em diversos ramos da vida económica e social do país, consta da agenda da mulher sindicalizada como preocupação a vencer nos próximos desafios da organização.

A intenção foi manifestada hoje, terça-feira, na cidade do Uíge, pela Presidente Nacional da Mulher Sindicalizada, Maria Fernanda, durante o acto de abertura do I Encontro da Mulher Sindicalizada da Região Norte.

Segundo a fonte, o grupo está preocupado com a descriminação indirecta, violência, assédio sexual e outros problemas de domínio social com que ainda se debatem as mulheres em determinados locais de trabalho.

Maria Fernanda fez saber que durante o encontro com duração de dois dias, as mulheres sindicalizadas da região norte, vão reflectir sobre o trabalho desenvolvido pela mulher e traçar estratégias para encontrar soluções, a médio e longo prazos para solução dos problemas que afectam a mulher no país e região em particular.

Garantiu, por outro lado, que a mulher como educadora na família, vai mobilizar os seus membros para participarem de forma activa e massiva às assembleias e mesas de voto e exercerem o seu direito de soberania.

Ao abrir a cerimónia, a vice-governadora para o Sector Político e Social, Maria Fernanda da Silva e Silva que representou o governador da província, Paulo Pombolo, exortou às mulheres presentes a participar de forma activa na discussão dos pontos agendados visando contribuir para o bem das mulheres.

Agradeceu em nome do governo local a escolha da província para a realização do encontro regional da mulher sindicalizada, e augurou que os resultados contribuirão na solução dos diversos problemas que a mulher enfrenta em vários domínios.

Participam do encontro, mulheres sindicalizadas provenientes das províncias do Bengo, Kuanza Norte, Luanda, Cabinda, Malange e Uíge, estando ausente o Zaire. (ANGOP)

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