Moxico: Seminário recomenda novo modelo da acção social para vulneráveis

Moxico: Acto de encerramento da acção formativa sobre Gestão de casos de Venerabilidade individuais (Foto: kinda kyungu)

Um novo modelo da acção social assente na valorização da assistência social e na articulação dos serviços do Estado, para mitigar as vulnerabilidades sociais foi recomendado sexta-feira, no Luena, província do Moxico.

De acordo com um comunicado final da formação sobre gestão de casos individuais vulneráveis, no âmbito do projecto da municipalização dos serviços da acção social (APROSOC), há ainda necessidade da criação de espaços de diálogo envolvendo todos os actores sociais.

Os participantes consideraram de imperiosa a articulação do sistema de georreferência do Fundo de Apoio Social (FAS), para facilitar o contacto dos serviços e pontos de referência mais próximo.

Os formandos comprometeram-se ser um “exemplo vivo” para todos, distinguindo-se na observância dos princípios e valores, regras e atitudes nas comunas, aldeias e bairros, onde estiverem destacados, para pôr em prática os conhecimentos adquiridos.

Ao encerrar a formação, o chefe do departamento provincial para a Infância da direcção provincial da Assistência e Reinserção Social (MINARS), no Moxico, Luciano Mazeze, reafirmou o compromisso do governo provincial de tornar efectiva a aplicação dos conteúdos administrados, tendo em consideração a realidade concreta de cada município, defendendo articulação com os diferentes intervenientes no processo.

Durante cinco dias, foram ministrados na formação promovida pelo UNICEF e MINARS, entre outros temas, conceitos de gestão de casos individuais, balanço do processo cingido no resumo do diagnóstico, planeamento de casos, implementação do plano de acompanhamento e encerramento.

O projecto-piloto de municipalização da acção social, “ APROSOC” é financiado pela União Europeia está orçado em 32 milhões de euros, tem como objectivo criar um novo modelo de protecção social de base para apoiar os mais vulneráveis a ser implementado em quatro anos, nos municípios das províncias do Uige, Bié e Moxico. (Angop)

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