Ministro no fórum entre África e EUA

Ministro do Comércio, Fiel Domingos Constantino (Foto: Joaquina Bento)

O Ministro do Comércio, Fiel Constantino, lidera uma delegação que representa Angola no 16.º Fórum da Lei para O Crescimento e Oportunidades para África (AGOA), um acto legislativo norte-americano, que se realiza entre hoje e quarta-feira em Lomé, Togo.

Os serviços de imprensa do Ministério do Comércio revelaram que Fiel Constantino participa no encontro para manter contactos baseados na “necessidade urgente de alargar o leque de produtos exportáveis por via de captação de novos investimentos e a procura de mercados com condições favoráveis a entrada das nossas mercadorias”.

O ministro do Comércio faz-se acompanhar por altos funcionários do pelouro que dirige, das Relações Exteriores, Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Transportes e representantes do sector privado.

A reunião é realizada sob o lema “EUA-África: Parceria para a Prosperidade através do Comércio” e debate temas como as relações comerciais EUA-África Subsaariana, comércio e trabalho, o poder das micro, pequenas e médias empresas, acordo de facilitação do comércio da Organização Mundial do Comércio e Aplicação de ferramentas biotecnológicas agrícolas para a segurança alimentar.

O Fórum da Lei para O Crescimento e Oportunidades para África é um instrumento legal da política comercial norte-americana para a África Subsaariana materializado com a concessão de acesso com isenção de direitos aduaneiros para 6.440 produtos nas trocas comerciais entre os países elegíveis e os EUA, promovendo uma maior cooperação económica entre as partes.

As trocas comerciais entre Angola e os Estados Unidos atingiram, no ano passado, 4,2 mil milhões de dólares (700 mil milhões de kwanzas), depois de, em 2008, terem chegado a um pico de 20,1 mil milhões de dólares (3,350 triliões de kwanzas), de acordo com números fornecidos na quinta-feira pelo presudente da Câmara de Comércio Angola Estados Unidos (AmCham), Pedro Godinho. Os dois países querem incrementar e alargar as trocas para sectores de fora do petróleo. (Jornal de Angola)

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