Ler Agora:
Grupo armado apela à luta para derrubar Governo de Maduro
Artigo completo 2 minutos de leitura

Grupo armado apela à luta para derrubar Governo de Maduro

Um grupo armado, autodenominado “Resistência”, apelou hoje à luta para derrubar o Governo da Venezuela, porque o tempo das eleições e do diálogo “já passou”.

“Somos profissionais militares e policiais, activos e reformados, organizados, treinados e armados. Decidimos dar um passo em frente como parte da operação `David` para contribuir para a libertação do nosso povo e resgatar a democracia”, afirmou uma voz, alegadamente a do líder do grupo de oito pessoas, ao centro de um vídeo divulgado na rede de mensagens instantâneas Twitter.

O grupo de oito homens encapuzados, vestidos de preto e armados, que surge à frente da bandeira do país, fez “um apelo ao bravo povo da Venezuela para que se una à luta de todos, nas redes, em casa, nas ruas, contra a ditadura comunista”.

“Temos o dever de recuperar a pátria. Mantenhamos a pressão nas ruas e não descuidemos os nossos guerreiros (jovens que enfrentam as forças de segurança) que com a sua luta conseguiram chamar a atenção das nações do mundo sobre o que acontece na Venezuela e tiraram a máscara a este regime”, afirmou.

Na mensagem, o grupo pede também a participação dos militares na “luta e a caminhar com o povo de Venezuela”.

“Organizem-se em grupos de extrema confiança e planeiem golpes contra a força repressora. O tempo do diálogo já passou, assim como o das eleições”, sublinhou.

O grupo dirigiu-se também aos políticos da oposição venezuelana, afirmando: “Chega de enganar o povo, só para manter quotas de poder, que vocês bem sabem não nos livrarão desta ditadura castro-comunista”.

“Respondamos às balas com balas”, declarou.

“Aos companheiros de armas, activos, chegou o momento de actuar, não deixem que o alto comando militar que tem permitido abertamente a corrupção, o narcotráfico, o tráfico de armas, violações dos direitos humanos e torturas continue a defender este Governo”, prosseguiu.

Segundo o grupo, os oficiais foram testemunhas “da grande fraude de 30 de julho”, dia da eleição para a Assembleia Constituinte, precisando que “os números dados não são os números reais contabilizados nas diferentes salas das nossas unidades militares”. (RTP)

por Lusa

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado. Os campos com são obrigatórios *

Input your search keywords and press Enter.
Translate »