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Galo Negro acusa Lourenço de violar a lei “ao incitar ao ódio”
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Galo Negro acusa Lourenço de violar a lei “ao incitar ao ódio”

A UNITA acusou o candidato do MPLA, João Lourenço, de incitar ao ódio num discurso eleitoral que efectuou no Bié.

Lourenço visitou um cemitério onde estão sepultadas vítimas dos confrontos que se seguiram às eleições de 1992 e num discurso culpou a oposição sem mencionar nomes de ser responsável pelo desemprego entre a juventude.

“Aqueles que destruíram a indústria e, consequentemente, destruíram os postos de trabalho que a indústria oferecia são os mesmos que hoje vêm dizer que a juventude não tem emprego”, acusou, afirmando que “os que destruíram os postos de trabalho vão ser penalizados e duramente penalizados” nas eleições

O coordenador político da UNITA na região Bié, Huambo e Cuando Cubango, Manuel Saviemba,disse que João Lourenço cometeu um crime ao incitar o povo a virar-se contra a UNITA.

Isso, disse ele, é uma violação da lei.

Se em Angola houvesse um tribunal eleitoral, instituições credíveis, o candidato João Lourenço deveria ser desqualificado e responsabilizado judicialmente, acrescentou.

O representante do Galo Negro disse que no cemitério visitado por Lourenço estão enterradas pessoas de todos os partidos.

Saviemba, fez lembrar que a guerra em Angola teve dois beligerantes o MPLA que defendia o partido único e a UNITA que defendia o Multipartidarismo e democracia.

Saviemba recordou por seu turno que o MPLA era culpado de crimes de guerra mencionado “a Sexta feira sangrenta, os contentores do Tombwa” e outras atrocidades.

Para Manuel Saviemba não nenhuma pessoa no Bié que não teve parente mortos pela acção da guerra.

João Lourenço enquanto militar das extintas FAPLA,s sabe que os MIGs e SWKOE “não ofereceram rebuçados aos bienos”. (Voa)

por Coque Mukuta

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