Federalismo assegura desenvolvimento célere do país – diz PRS

O cabeça-de-lista do PRS, Benedito Daniel (ao centro) (DW)

A secretária nacional para os assuntos eleitorais do Partido de Renovação Social (PRS), Esperança de Fátima, disse quarta-feira, em Camabatela, província do Cuanza Norte, que o seu partido defende o federalismo, por ser o sistema político que assegura, de forma célere e eficaz, o desenvolvimento integral do país.

A responsável partidária fez tal pronunciamento à imprensa, no final de uma jornada político-partidária desenvolvida na comuna do Luínga, onde realizou um acto político de massas seguida de uma acção de mobilização porta a porta.

Salientou que o federalismo é o sistema político que melhor se adapta a realidade do país, combate à centralização do poder, devolvendo-o a base, permitindo que o poder local intervenha na identificação e resolução dos seus problemas com a aplicação de recursos locais.

Considerou que a centralização administrativa é um mal para o país, a medida em que promove as assimetrias regionais e é incapaz de garantir uma distribuição equilibrada dos rendimentos nacionais e tão-pouco abordar com realismo e objectividade a realidade do país.

Esperança de Fátima disse sentir-se impressionada com a aceitação popular e o crescimento das fileiras do seu partido na circunscrição, reiterando a vontade do PRS em ser governo em 2017 e assim assegurar a implementação do federalismo.

Apelou aos militantes a trabalhar afincadamente na divulgação da imagem e perfil do candidato do PRS às eleições gerais, Benedito Daniel, visando assegurar a vitória eleitoral.

Sublinhou que votar no número 3 do boletim de voto é votar na esperança e no reforço do poder local.

A propósito dos 16 dias da campanha eleitoral, a responsável manifestou-se satisfeita com o nível de civismo demonstrado pelas forças políticas concorrentes às eleições gerais de 2017.

O PRS conquistou 3,17 por cento dos votos nas eleições de Setembro de 2008, tendo ganho oito assentos dos 220 da Assembleia Nacional. Nas eleições de 2012, viu a sua bancada reduzir-se a três assentos. (ANGOP)

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