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Eleições/2017: Políticos marcham pelo voto
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Eleições/2017: Políticos marcham pelo voto

As forças políticas concorrentes ao pleito de 23 deste mês reservaram a jornada de segunda-feira com marchas nas principais ruas de Luanda, em busca da sensibilização para o voto.

O MPLA, que dedicou o seu tempo de antena com a promessa de acesso à habitação para a camada jovem e as facilidades de crédito junto dos bancos, para que possa adquirir casas sem pagamento a pronto, marchou com as vendedoras de Luanda.

Vestidas com as cores do partido maioritário, as vendedoras caminharam da Feira Popular até ao Complexo da Cidadela, num ritmo cadenciado com cânticos de apoio ao seu candidato a Presidente da República, João Lourenço.

Por sua vez, a UNITA deslocou para Saurimo, Lunda Sul, Isaías Samakuva, onde trabalhou nos mercados de Candembe e 14. O político aproveitou o momento para aprofundar as linhas de força da sua estratégia política para as eleições gerais de 23 de Agosto.

O líder do maior partido da posição visitou o Centro Materno-Infantil do Txizainga, Hospital Provincial, tendo encorajado os doentes a continuarem o tratamento.

Na mesma sequência, o presidente da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, reservou o dia para apontar, em Luanda, a sua estratégia de governação inclusiva e participativa como ponto fundamental para o desenvolvimento de uma Angola, sem desigualdades e sem exclusão social.

Essa posição foi manifestada depois da caminhada de quase quatro quilómetros, entre o mercado de São Paulo e o largo da Mutamba.

O PRS inclinou-se na formação de 813 delegados de lista na província de Benguela, com o objectivo de aprimorar matérias sobre eleições, enquanto a FNLA, na voz de seu líder, Lucas Ngonda, no tempo de antena, falou da igualdade de oportunidades para os angolanos, principalmente para os jovens.

Tal como a FNLA, que não saiu à rua, a APN confinou-se ao tempo de antena e aproveitou para exprimir os seus argumentos para cativar o voto do eleitorado, tendo reiterado o discurso voltado para a criação de três capitais para Angola, designadamente económica, política e turística.

Segundo Quintino Moreira, candidato presidencial desta aliança, a construção de três cidades, designadamente a capital económica (junção de Luanda e Bengo), política, no Centro do país, e turística, no Namibe, vai permitir o desenvolvimento sustentável do país. (Angop)

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