Eleições/2017: CASA-CE apresenta programa ao corpo diplomático

Eleições 2017: Mesa de Presidium, no momento da apresentação do programa de governação da CASA-CE (Foto: Rosário dos Santos)

O programa de governo da CASA-CE foi apresentado hoje, quinta-feira, em Luanda, a representantes do corpo diplomático acreditado em Angola, entidades religiosas e membros da sociedade civil.

Em cerimónia orientada pelo vice-presidente da coligação, André Mendes de Carvalho, tendo figuras como Nelson Bonavena e Filomeno Vieira Lopes e Analtilde Freire, entre outras, se debruçado sobre o caminho e o compromisso de governação, dimensão política, económica e social do programa.

Em caso de vitória, a CASA-CE promete centrar a sua estratégia de governação em quatro eixos fundamentais: a família, a escola, a empresa e a comunidade.

No capítulo político, a coligação pretende a transformação e reforma do Estado, através da manutenção da paz, reconciliação nacional e estabilidade.

Ainda no capítulo político, a coligação “vai resolver o problema de Cabinda constitucionalmente, através de negociação, bem como espera assegurar o verdadeiro direito a manifestação”.

A mudança da Lei fundamental, mormente no tocante a forma de eleição presidencial, é outra das medidas a serem implementadas por essa formação política, em caso de vitória eleitoral.

A coligação vai apostar na segurança nacional, modernizando as Forças Armadas Angolanas, assim como transformar o ministério das Relações Exteriores em Ministério dos Negócios Estrangeiros, para dar mais ênfase à diplomacia económica e à defesa dos interesses económicos do país.

A nível económico, Filomeno Vieira Lopes disse que a CASA-CE propõe um novo modelo de governação assente no crescimento económico, uma média de cinco a 10% no quinquénio, e no desenvolvimento sustentado, consubstanciada no aproveitamento racional dos recursos naturais, diversificação económica, melhoria das infra-estruturas de apoio ao sector produtivo, melhoria do ambiente de negócios e o aumento da competitividade económica, entre outros.

O novo modelo de governação da coligação aposta no investimento de obras públicas “para alavancar e viabilizar o investimento privado, numa política económica alternativa, que concilie o rigor macroeconómico com a recuperação económica, bem como viabilizar Angola, através de um desenvolvimento económico, equilibrado e sustentado. (Angop)

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