Cuanza Sul: Citadinos defendem reforço das buscas de armas ilegais

Armas de fogo recolhidas pela Policia Nacional ( arq.) (Foto: Edilson Manuel Domingos)

A necessidade do reforço no uso de buscas, no quadro do processo de desarmamento da população civil, foi defendida hoje, sexta-feira, por cidadãos no Sumbe, província do Cuanza Sul, com vista a manter-se a ordem e tranquilidade pública.

Essa afirmação foi avançada à Angop, em virtude de se terem recepcionado nos últimos sete dias uma arma de fogo do tipo carabina, no Amboím, e outra de forma coerciva usada no roubo de motorizada na Cela.

“A Polícia Nacional deve reforçar o policiamento de proximidade, para que a população em alguns casos consiga denunciar os que possuem, de forma ilegal, armas de fogo usados para fins inconfessos,” disse António da Rocha.

Manuel Campos frisou que as viaturas devem ser revistadas para que se assegure que não existem armamento a serem transferidos de um local para o outro.

O director do gabinete de comunicação institucional e imprensa da Polícia Nacional, Lino Silvestre Manuel, realçou “que o processo de desarmamento deve merecer o contributo de todos os cidadãos, e uma das formas é precisamente através das denúncias e desta forma se quebrar a ilicitude de cidadãos que persistem em ter armas de fogo.”

Desde o inicio do processo do desarmamento, a 07 de Março de 2008, foram entregues de forma voluntária 4.482 armas, 2.324 carregadores, 32.132 munições, 299 projécteis, enquanto que coercivamente contam-se 2.496 armas de fogo, 2.324 carregadores e 32.132,299 projécteis, 74 granadas e sete minas. (ANGOP)

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