Vítimas mortais do incêndio registado no Rangel sobem para duas

HOSPITAL NEVES BENDINHA (ILUSTRAÇÃO) (FOTO: GASPAR DOS SANTOS)

O número de mortes causadas pela explosão de uma botija de gás de cozinha, no domingo, no distrito urbano do Rangel ( Nélito Soares), em Luanda, subiu para dois, nesta madrugada, no Hospital Neves Bendinha, especializado no atendimento às vítimas de queimaduras.

Trata-se de uma jovem de 17 anos de idade, irmã mais velhas de outras três crianças atingidas pela explosão, tendo o bebé de um ano morrido no local da deflagração, na residência onde moravam.

Neste momento, encontram-se internadas, nos cuidados intensivos, as crianças de dez e sete anos de idade com queimaduras de terceiro grau.

De acordo com o porta-voz do comando de Luanda de Protecção Civil e Bombeiros Faustino Minguês, a explosão pode ter sido causada pelo gás liquefeito de petróleo que sai da botija, por rompimento da mangueira ou por estar mal colocada.

“ Se o ambiente estiver fechado e a quantidade desse gás for maior que o oxigénio qualquer tipo de faísca pode provocar uma explosão”, explicou.

O oficial bombeiro alerta que é necessário fazer um controle periódico deste instrumento de cozinha e verificar se ele está com vazamento. “Para fazer o teste deve-se pegar em sabão, fazer espuma e colocar no ponto de conexão, se borbulhar significa que há um vazamento”, esclareceu.

Lamentou o facto de existirem pessoas que fazem esse teste um isqueiro, o que pode ser perigoso.

Segundo uma fonte oficial, as autoridades administrativas locais têm estado a prestar apoio logístico a família das vítimas, que clamaram por ajuda devido as dificuldades financeiras que enfrentam para suportar os óbitos. (ANGOP)

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