João Lourenço reitera no Huambo combate à corrupção

CANDIDATO DO MPLA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOÃO LOURENÇO (FOTO: FRANCISCO MIÚDO)

O candidato do MPLA a Presidente da República, João Lourenço, reafirmou hoje (25), no Huambo, a predisposição do partido em combater a corrupção no país.

No acto político de massas que marcou a abertura oficial da campanha do partido às eleições gerais de 23 de Agosto, João Lourenço argumentou que o combate à corrupção contribuirá para a atracção de mais investimentos, sobretudo, estrangeiro, e a melhoria da qualidade de vida dos angolanos.

Ao longo da sua intervenção, João Lourenço deu igualmente destaque a questões como a habitação, o emprego e a formação, aspectos que considerou “sagrado, não só para as populações, particularmente a juventude, mas também para o partido”.

Depois de 23 de Agosto, disse, o partido se predispõe, caso vença as eleições, a prestar atenção especial à economia e tornar realidade o sonho de Agostinho Neto de que “O mais importante é resolver o problema do povo”.

Defendeu também atenção especial à melhoria do ambiente de negócio, redução da burocracia dos serviços e o combate à corrupção.

Prometeu ainda melhorar a qualidade de ensino e os serviços públicos prestados às populações, “com coragem para desenvolver as acções que se impõe”.

Disse que após terem sido feitos muitos investimentos em infra-estrututras, “é chegada a hora de se olhar mais para a questão do homem, que é o grande condutor da mudança”.

O candidato do MPLA realçou igualmente a necessidade de se caminhar para a descentralização dos serviços, “a tal ponto que estes possam, com autonomia, resolver os problemas aí onde existam”, pois, argumentou, “temos de conseguir com que a vida seja feita nos municípios”.

A distribuição justa da riqueza, com o estabelecimento de programas de inclusão social e económica e o combate à pobreza, foram aspectos igualmente referidos por João Lourenço.

Por último, apelou ao trabalho de sensibilização e mobilização para que o partido possa conseguir eleger, a 23 de Agosto, no Huambo, cinco deputados. (ANGOP)

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