Funcionários do MP angolano em greve prometem não arredar o pé

Palácio de Justiça de Angola (DW)

Os técnicos de justiça e administrativos da Procuradoria Geral da República (PGR), começaram na manhã desta segunda-feira, 10, uma greve de 15 dias para exigir a melhoria das condições de trabalho, aumento salarial, promoção e reconversão de categorias assim como pagamento de subsídios de riscos, exigências feitas há muito ao Governo.

Depois desta greve e caso não obtenham respostas positivas, Lourenço Domingos, primeiro secretário do sindicato na PGR, admite uma nova greve.

“Nós vamos continuar a greve até que a entidade patronal nos chamar ,não vamos parar até dia 24”, garantiu o sindicalista.

Domingos apela o Governo “a assinar imediatamente o diploma de acerto de categoria” como forma de resolver os problemas que se arrastam há algum tempo e não colocar em causa o trabalho do Ministério Público.

De recordar que a greve dos funcionários do Tribunal Supremo, iniciada na passada segunda-feira terminou na quinta-feira, 6, após uma reunião com a entidade patronal.

No próximo dia 15 será a vez dos professores filiados no SINPROF decidirem ou não por uma nova greve, enquanto os trabalhadores da empresa angolana de pontes mantêm uma a vigília há vários dias como protesto pelo não pagamento dos salários há 45 meses.

Por outro lado, os 200 trabalhadores da SGO, empresa de transporte paralisada há mais de cinco meses, ameaçam não participar das eleições gerais de Agosto. (Voa)

1 COMENTÁRIO

  1. Tem muita gente que precisa de emprego não emplena crise que todos agora vão sugirir o aumento salárial para depois termos problemas com as bancas Angolanas param com isso até porque vocês e eles ganham bem e não seria bom se divulgassemos esses salários obscuros para defacto a cidadania revesse esse digno e satisfatória verba quem não quer trabalhar desta feita pega as suas coisas e vai para casa e veremos se a sua vida digna, activa para o progresso claro que porque perder o emprego por barbalidade sera burrice pra vôs

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