Chivukuvuku quer dois mandatos para acabar com a pobreza em Angola

Abel Chivukuvuku - Presidente da CASA-CE, (Foto: Rosário dos Santos)

O Presidente da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, visitou Menongue e interagiu com populares. Ao falar à população, o candidato a presidência da República fez saber que a mudança tem que ser pacífica por via do voto e de forma constitucional.

“Tem que ser ordeira e não na confusão. Antes de tomar posse, vamos ter que ver, como vai ser feita a transição do poder. A mudança tem que ser positiva, significa que a vida das pessoas tem que melhorar, as crianças têm que ter escola, não podem estar fora do sistema de ensino. Os jovens não podem acabar o ensino médio e não terem emprego”, disse, acrescentando que “se o concurso público é feito em Menongue, tem que ser para os homens de Menongue”.

Chivukuvuku reconheceu a existência de muitos ex-militares naquela parcela do país que sacrificaram-se, deram as suas vidas e esforço, para que hoje tivéssemos democracia, economia de mercado e paz e não podem ser abandonados a sua sorte.

“A CASA-CE é a voz da juventude, que acabam os seus cursos e não podem ficar a espera de cinco anos de experiência para terem emprego. A mudança tem que ser inclusiva e não pode haver exclusão, todos têm que sentir que fazem parte do país. Tem que ser segura para que ninguém tenha medo da mudança, porque é uma coisa boa para Angola e para todos. É importante acabar com a corrupção, com aqueles que delapidaram os Bancos do país, tirando o dinheiro de lá e os que usam o dinheiro do Estado, invés de usarem para o povo”.

“A mudança tem que partir daqui de Menongue, para mostrar que o povo do Cuando Cubango é consciente e tem a noção do seu papel no país e quer uma vida condigna.

Já no Huambo, sua terra natal, o presidente da CASA-CE explicou que o povo é quem faz a mudança e que os políticos são apenas servidores do povo.

“O Huambo não pode votar na continuidade porque isso seria votar na continuidade do sofrimento. Quem não conhece o vosso sofrimento, não tem sentimento por vocês e por isso andou pelos Bairros, para conhecer como o povo vive”, disse, garantido que em cinco anos vai acabar com a fome em Angola”.

“Nós queremos dois mandatos para acabar com a pobreza no país. Ao fim de dez anos não pode haver pobreza no país. Os outros ficaram quarenta anos e não fizeram nada, num país em que 60% da população é pobre num país riquíssimo em recursos naturais, em que temos famílias que comem uma vez por dia. Isto não pode continuar.

Tem que haver responsabilidade para acabarmos com a corrupção, acabarmos com os roubos e desvios, porque é isso que está a atrasar o país”, concluiu.

(Portal CASA-CE/Portal de Angola)

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