Aberta jornadas alusiva à mulher africana

Mulheres angolanas homenageadas pelo seu dia (ANGOP)

A abertura das jornadas alusiva ao dia da mulher africana (31 de Julho), na província do Bié, foi procedida hoje, sexta-feira, pelo vice-governador local para o sector político e social, Carlos Ulombe da Silva, salientando a importância da sociedade em valorizar as vitórias das mulheres.

Na ocasião, o responsável sublinhou que a mulher africana tornou-se no símbolo de luta, de trabalho e uma marca na promoção da identidade africana pelo desenvolvimento do continente.

A mulher africana carrega nas suas veias um sangue de luta incessante, pela libertação do continente africano, pelo desenvolvimento de África, mais também na luta para vencer o preconceito e descriminação e assegurar a sua justa afirmação na sociedade.

De acordo a fonte, assiste-se hoje, o empoderamento da mulher como um pressuposto indispensável para alcançar a vitória politica, económica e social dos africanos, acção que exige apoio da sociedade.

Para o vice-governador, as jornadas devem expressar uma verdadeira homenagem à mulher africana, sobretudo que sofreram as atrocidade da colonização e da escravatura, lutando ao lado dos homens na conquista da paz e da liberdade, e ainda hoje, continuam empenhadas nas acções para o desenvolvimento do continente.

Aproveitou o momento para apelar à mulher angolana, em idade de votar, no sentido de encarar com firmeza o processo eleitoral, contribuir com mestria e num clima de paz, tranquilidade para que os eleitores a cumprirem com mais um direito e dever de cidadania, no dia 23 de Agosto próximo.

A directora da DIFAMU (Direcção da Família e Promoção da Mulher) no Bié, Carolina Vihemba Isaac frisou que as jornadas decorram sob leme “ A mulher Africana emponderada e participe dos processos de desenvolvimento ruma a uma África pacífica e integral”.

A efeméride visa homenagear, mobilizar a mulher, em especial a angolana, a participar nos processos de cidadania (eleições gerais), criar oportunidades para análise da importância da participação das mulheres nos diferentes contextos do desenvolvimento do país, reforçar o diálogo entre as organizações da sociedade civil, empresas públicas e privadas, cujo foco recai às mulheres, entre outros. (ANGOP)

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