Lei egípcia impõe até 7 anos de prisão para cábulas em exames

Aluna durante exame escolar no Egipto (DR)

O Egipto alterou a sua lei contra a trapaça em exames escolares nacionais com penalidades que vão de dois a sete anos de prisão.

O Ministério da Educação egípcio anunciou em comunicado na segunda-feira que o presidente Abdel-Fattah El-Sisi ratificou a lei na semana passada para conter o excesso de exame fraudulentos.

“Qualquer pessoa que imprima, publique, transmita ou promova perguntas e respostas de exames por qualquer meio enfrentará uma prisão de dois a sete anos e uma multa de EGP 100.000 ( 5.524 dólares) até 200.000 ( 11.049 dólares)”, acrescenta o comunicado.

A lei é dirigida a trapaças durante o exame nacional de ensino médio conhecido como Thanaweya Amma. Cerca de 500 mil alunos passam por este exame com vista a frequentar o ensino superior. (Africanews/Portal de Angola)

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