Instituto Superior Técnico Militar forma médicos e engenheiros

(Chefe de Estado Maior-General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Geraldo Sachipengo Nunda. FOTO: LUCAS NETO)

Quarenta e sete (47) finalistas em medicina e 117 em engenharia informática, construção civil/fortificações e electrónica, formados pelo Instituto Superior Técnico Militar (ISTM), em Luanda, receberam nesta terça-feira os respectivos diplomas que os habilita a exercer a profissão.

A cerimónia de outorga dos diplomas foi presidida pelo Chefe do Estado Maior-General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Geraldo Sachipengo Nunda, em representação do ministro angolano da Defesa Nacional, João Lourenço.

Na ocasião, o general felicitou aos finalistas, sublinhado que depois de seis e sete anos de muito trabalho, terminaram com êxito a primeira fase de formação superior, ao mesmo tempo que saudou o ISTM e o colectivo de trabalhadores pelos resultados alcançados.

Afirmou que, apesar das dificuldades vividas pelos estudantes, nos últimos anos, resultante da crise económica e financeira que o país vive desde o quarto trimestre de 2014, conseguiram atingir os objectivos que preconizaram, dai o orgulho de todos os envolvidos na formação.

Precisou que a conclusão de mais este curso, que perfaz 621 engenheiros e médicos formados no ISTM, é o cumprimento de plano de implementação da directiva do Comandante-em-Chefe das FAA, o presidente José Eduardo dos Santos, sobre a reestruturação das forças armadas.

Segundo o general, este processo iniciado em Julho de 2007, cujos pilares são a reestruturação, reequipamento com meios modernos e a formação de quadros, visa a edificação das forças armadas, tornando-as cada vez mais actuais, eficientes, disciplinadas e com alto sentido de patriotismo.

Neste sentido, chamou a atenção dos recém-formados para a necessidade da solução dos múltiplos problemas que o futuro de Angola os reserva, visando o bem-estar do povo e tornar o seu trabalho cada dia mais produtivo e a saúde e o meio em que vive cada vez melhor.

“As FAA são produtoras de um bem público intangível: a segurança do país, cuja substância reside na defesa das suas fronteiras, das cidades, das aldeias, das lavras, dos objectivos estratégicos, das estradas e pontes, assim como do espaço aéreo e do mar, em especial da zona económica exclusiva”, realçou.

“É a vocês, jovens oficias que cabe a missão de continuar a edificação das FAA do futuro, à altura da grandeza do nosso país, estabelecidas sobre os valores e as virtudes da honra, coragem, ética, determinação, honestidade, justiça, respeito, lealdade, patriotismo, espírito de corpo, solidariedade e integridade”, rematou.

Assistiram ao acto, realizado no anfiteatro do ISTM, oficiais superiores do Exército, Força Aérea Nacional, Marinha de Guerra Angolana, o vice-procurador geral da República e procurador das FAA, general Pita Gróz, e familiares dos finalistas. (ANGOP)

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