Instituto de Sangue realiza marcha para saudar o dia mundial do dador

(DOAÇÃO DE SANGUE-FOTO: ANGOP)

Uma marcha para saudar o Dia Mundial do Dador de Sangue, que se assinala dia 14 de Junho, será realizada no dia 17 deste mês, em Luanda, pelo Instituto Nacional do Sangue, soube hoje, segunda-feira, a Angop.

Segundo uma nota de Imprensa do Instituto, a actividade vai decorrer simultaneamente em todas as províncias do país, com o objectivo de mobilizar e sensibilizar a população para a doação de sangue.

A celebração do Dia Mundial do Dador, salienta a nota, visa aumentar a consciência da necessidade de componentes sanguíneos seguros e agradecer a todos os dadores pela dádiva voluntária e benévola.

O documento indica ainda que o instituto desenvolve, desde Abril, uma campanha para despertar a consciência dos cidadãos a doar sangue e, consequentemente, aumentar o número de dadores.

A doação de sangue, menciona, deve ser um hábito e não um acto esporádico ou para familiares, sendo imprescindível para o funcionamento de muitas unidades hospitalares e outras do sector da Saúde com responsabilidade transfusional.

“Doar sangue é um acto de amor e solidariedade e uma bolsa deste precioso líquido pode salvar até quatro vidas”, refere .

De acordo com a nota, com o crescimento da população e o desenvolvimento de novas áreas de saúde, estimular o crescimento do número de dadores de sangue frequentes é a única forma de garantir a continuidade do processo.

Todos os anos, aproximadamente cerca de 93 milhões de bolsas de sangue são colhidas em todo o mundo. Apesar de parecer um número elevado, milhares de pacientes ainda ficam à espera para fazer uma transfusão.

A Organização Mundial da Saúde indica que 45 por cento destes dadores, dos quais 40 são mulheres, têm menos de 25 anos de idade. Este cenário se agrava principalmente nos países subdesenvolvidos e de baixa renda.

Uma pesquisa realizada em 173 países revelou que as taxas de doações representam menos de um por cento da população, enquanto o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de três a cinco por cento, pretendendo expandir este número, encorajando outras pessoas a tornarem-se dadores de sangue.

A organização pretende que, em 2020, a dádiva de sangue em todos os países seja completamente benévola e não remunerada. (ANGOP)

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