Altice estuda o fim das marcas da PT

(Ivan Guilbert/Bloomberg)

O grupo está a avaliar mudanças nas insígnias, incluindo na Meo, avança o Público desta quinta-feira, 20 de Abril. O objectivo é a uniformização da imagem da Altice.

O grupo francês Altice, que comprou a PT, está a estudar a extinção das marcas da antiga Portugal Telecom. A empresa liderada por Patrick Drahi (na foto) tem em cima da mesa a criação de uma marca global, que identifique a Altice em todos os países em que está presente.

Fonte oficial da PT Portugal, questionada pelo Público, garantiu que não há decisões tomadas e recordou que esta possibilidade tem vindo a ser admitida desde 2016, no relatório e contas.

Nesse documento, a Altice refere que está a avaliar os “benefícios que podem resultar da adopção de uma marca global”, uma marca que comunique “de forma mais clara” o grupo, enquanto empresa “inovadora” e “fornecedora de serviços de telecomunicações de alta qualidade aos seus clientes”.

Segundo o Público, o mais provável é que a marca Meo e PT Empresas sejam extintas, ficando o Sapo e a Moche. Além disso, os actuais donos querem distanciar a empresa das polémicas que envolvem a antiga PT SGPS, que agora se chama Pharol, como os processos judiciais em torno dos antigos gestores e as ligações ao universo BES.

A opção com mais peso poderá ser estender a designação Altice a todos os mercados em que actua. (Negocios)

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