Adão Minjy canta ao vivo na 1ª Convenção Nacional de Fitness

(DR)

O artista angolano Adão Minjy, considerado a voz da versatilidade linguística por cantar em mais de 20 línguas africanas e do mundo, foi escolhido para cantar ao vivo na 1ª Convenção Nacional de Fitness, que vai decorrer em Luanda.

O evento tem o objectivo de elevar o nível da prática de actividade física na sociedade, a boa forma corporal e o bem-estar mental e está a ser organizado pela empresa angolana TDGS em parceria com o clube 1º de Agosto.

Breve derscrição Artista

Miguel Afonso Augusto Adão, nascido aos 12 de Julho de 1984, no município de Nambuangongo, província do Bengo, filho de Afonso Augusto Adão e de Eva Miguel Adão, ambos naturais da mesma região, é cantor, compositor e estudante de línguas no Instituto Superior de Ciências de Educação de Luanda (ISCED). Registado na União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC) sob nº 2084 e agenciado pela agência de comunicação Selutu Lda, pela marca Comunika Angola.

Com uma vivência baseada nos laços culturais de África, Minjy é um artista versátil que há mais de 15 anos vivencia palcos profissionais por meio da versatilidade linguística, ou seja, em diversas línguas do país, do continente africano em particular e do mundo em geral, nomeadamente, Kimbundu, Kikongo, Umbundu, Fiote, Nganguela, Tchokwé, Kwanyama, Nhaneka, Ngoya etc. Nas línguas africanas, Lingala e Suaíli (Uma das línguas de trabalho da união Africana e com aproximadamente 50 milhões de falantes), Wolof (Senegal), Fulani (falada em mais de 17 países do continente, contando com cerca de 20 milhões de falantes no mundo)¹. Em termos de internacionalização linguística, constam igualmente o Inglês, Francês, Indi, Espanhol e Português, esta última como língua oficial do seu país (Angola).

A promoção dos valores culturais para a valorização das línguas e indumentárias africanas, por meio de teatros, conferências e músicas, são feitas através dos estilos Kilapanga, Rumba, Afrojazz, Makossa, Semba, Rebita, Kizomba, R&B, Blues, Zouk e outros que marcam a africanidade.

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1 – Fulani é uma língua também conhecida por peul em francês, pulaar em wolof, fulbe, fulfulde ou pular, em fula, pertence ao ramo senegambiano das línguas negero-congolesas falada principalmente na África Ocidental pela etnia Fulani. Entre os países que que falam de forma oficial constam o Benim, Burkina Faso, Camarões, Chade, Gâmbia, Ghana, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, República Centro Africana, Senegal, Serra Leoa, Sudão e Togo.
Participou na terceira edição do concurso Estrelas ao Palco realizado por Jorge Antunes e Patrícia Pacheco, interpretando a música How long de Lionel Ritchie, concurso trova à Sexta-Feira e entre outros. Depois de produzida a música Ngi Kua Ngola, que em português significa “Sou de Angola”, produzida por Sérgio Pica, Joel Mbala e Pedro Gonga “Kilola”, destaca-se entre os três primeiros vencedores do concurso Novos Talentos de Angola, realizado pela UNAC e a Fundação Brilhante num apoio do Ministério da Cultura, das Finanças, TAAG, em 2011.

Em 2016, no âmbito de divulgação e participação em concertos musicais, Minjy foi o artista convidado para abrir a primeira edição das Sextas Acústicas em Ouro Negro com a Banda Zambeze, uma organização da Akwafrica Produções, dirigida pelo artista Tony N´guxi.

Em Junho do mesmo ano, foi igualmente convidado pela Direcção Cultural da Administração Municipal de Cacuaco para efectuar a abertura nas Festas de Aniversário daquela Cidade, cantando ao vivo (guitarra e voz) três músicas do seu repertório.

No dia 23 de Setembro, foi convidado pela Fundação Sindika Dokolo, no âmbito da III Trienal de Luanda, para realizar o seu concerto musical, acompanhado da sua banda, denominada “Raízes de África”.

No dia 29 de Outubro, por cantar na língua dos indianos, tornou-se atracção de um natal antecipado dos empresários indianos que labutam no país, cantando 19 de suas composições em várias línguas e estilos, particularmente em Hindi.

Para fechar o ano, no dia 20 de Dezembro, foi convidado a cantar ao vivo no IIº Fórum de Jornalismo, organizado pelo projecto Fogueira Jornalística em parceria com o Misa-Angola, no auditório da União dos Escritores Angolanos, com mais de 200 participantes, dos quais cerca de 80 jornalistas.

(Nota de imprensa enviada a nossa redacção com pedido de publicação)

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