25 Março novo ultimato dos professores ao governo

(Arquivo) Logótipo do SINPROF - Sindicato Nacional dos Professores de Angola (SINPROF)

Em Angola cerca de 50 mil professores afiliados ao Sinprof deram esta terça-feira ao governo uma nova moratória até 25 de Março, para a resolução dos 4 pontos reivindicados desde 2013.

Os cerca de 50 mil professores do ensino primário e secundário afiliados ao SINPROF – Sindicato Nacional dos Professores de Angola – que ameaçaram paralisar o inicio das aulas dia 1 de Fevereiro, acabaram por dar uma moratória ao governo para resolução das suas reivindicações, que terminou esta terça-feira dia 28 de Fevereiro.

As negociações prosseguem, o Sinprof diz-se aberto ao diálogo, mas pretende “acções e não apenas promessas” feitas no último encontro com as tutelas, ocorrido no passado dia 23 de Fevereiro, como refere Guilherme Silva, presidente do Sinprof.

O Sinprof está em fase de auscultação dos seus membros e vai realizar a 25 de Marçoassembleias nas 18 províncias do país, para que os professores se pronunciem, mas “tudo aponta para a paralisação, se até lá o governo não der um indicativo positivo na solução dos problemas dos professores”, afirma Guilherme Silva, presidente do Sinprof.

Guilherme Silva pede em nome do SINPROF a demissão do ministro da educação Pinda Simão afirmando “os professores não se revêm nos dirigentes, que estão no Ministério da Educação…porque quando um dirigente de um departamento do governo não valorisa…nem defende o trabalho dos seus quadros junto de quem de direito, não temos outra hipótese senão pedir a demissão do titular do ministério da Educação”.

Reivindicações dos professores desde 2013

1° reajuste das categorias profissionais

2° actualização dos salários face à perda do poder de compra e à taxa de inflação superior a 40%

3° pagamento de subsídios

4° transição do quadro probatório para o efectivo dos funcionários do sector da Educação. (Rfi)

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