Jornalista Victor Hugo Mendes leva leitura ao Sul de Angola

(Foto: D.R.)

“Digressão Sul pelo livro” é a designação da terceira tournée do autor e jornalista Victor Hugo Mendes w

O objectivo da empreitada, segundo o promotor em declarações a OPAÍS, é o de dar seguimento ao seu projecto nacional pelo terceiro ano consecutivo, disponibilizando livros para promover o hábito e o gosto pela leitura, em todo o país.

Sob o lema “Quem lê um livro nunca mais é a mesma pessoa”, esta tournée que o levará às cidades do Lubango (Huíla), Ondjiva (Cunene), nos dias 6, 7 e 8 de Dezembro, respectivamente, tem início amanhã Sexta-feira,2, em Benguela, e será acompanhado de palestras motivacionais

Depois do Lubango, Victor Hugo Mendes estará em Ondjiva, onde no dia 8 proferirá a uma palestra aos estudantes da Universidade Cuito Cuanavale da província do Cunene. Para o dia 9, está reservada a realização de uma feira do livro na Tribuna Municipal de Ondjiva, e seguidamente a I edição do Festival Provincial da Poesia do Cunene, que que contará com atractivos musicais de Vlado Coast, Filomena Marico, Banda Eco e Quarteto DC.

Em declarações a este jornal, Victor Hugo considerou ser importante a divulgação do livro para promover o gosto pela leitura, referindo que apesar de o país contar com um universo maior de estudantes, o mesmo não se pode dizer do número de leitores.

Referiu que é necessário haver um “casamento perfeito” entre a formação académica em vários níveis de ensino e a literatura, cujo incentivo deve começar no seio da família, na escola e nos núcleos literários, como é o caso do “trabalho desenvolvido pelo movimento Lev’Art”.

Obras Durante a sua digressão, serão autografados os livros de sua autoria, “Meu livro de pensamentos”, “Face 69” e “Tchiwekinha- O menino vencedor”, e os livros do projecto “Eu Amo Angola” com os 11 clássicos da literatura angolana. Nos 11 clássicos constam as obras “O canto do matrimónio”, do escritor Ernesto Lara Filho, “Ondula, savana branca”, de Ruy Duarte de carvalho, “Poemas”, de Alexandre Dáskalos, “Undengue”, de Jacinto de Lemos, e “Chuva Novembrina”, de José Luís Mendonça. “Terra morta”, de Castro Soromenho, “Ritos de passagem”, de Ana Paula Tavares, “O feitiço da rama de abóbora”, de Cikakata Mbalundo, “Subscrito a giz”, de David Mestre, “Nzinga Mban

di”, de Manuel Pedro Pacavira, e “Baixa & Musseques”, de António Cardoso, são obras que também fazem parte dos “onze”. Quanto aos livros infantis, integram os clássicos “E na floresta os bichos falaram”, da escritora Maria Eugénia Neto, “O país das mil cores”, de Octaviano Correia, “Lutchila”, de Rosalina Pombal, “Kibala, o rei leão”, de Gabriela Antunes, e “A árvore dos gingongos”, de Maria Celestina Fernandes.

E mais: “Duas histórias”, de Zaida Dáskalos, “As sete vidas de um gato”, de Dario de Melo, “A velha sanga”, de Cremilda de Lima, “Fábulas de Sanji”, de António Jacinto, “O círculo de giz de bombó”, de Henriques Guerras, e “A viagem das folhas de caderno”, de Maria João Chipalavela e outros. (OPAIS)

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