Patrimónios culturais podem ser reaproveitados gerando receitas

património cultural - fonte de recurso de diversificação da economia (Foto: Angop)

Patrimónios culturais podem ser reaproveitados no sentido de se potenciar o desenvolvimento dos edifícios históricos para o bem da economia, considerou hoje, quarta-feira, em Luanda, o coordenador da área científica da Ordem dos Arquitectos de Angola (OA), Vity Nsalambi.

Em declarações à Angop, a propósito do IV Fórum Internacional de Arquitectura, sob lema “Arquitectura vs Economia”, referiu ser essencial que se aposte mais nesta área de renovação dos patrimónios nesta fase do processo de diversificação da economia que Angola atravessa.

“Angola tem construções que deveriam constar da lista de património nacional e futuramente da humanidade, e se não forem classificados agora alguns desses lugares poderão ver alteradas as suas estruturas, privando assim as futuras gerações de observarem o seu original”, frisou.

Na sua óptica, em todos os fóruns procura-se sempre temas específicos que de alguma forma estão relacionados com a situação que o país possa estar a passar e olhando sempre para as várias vertentes da intervenção do arquitecto cujo património é uma delas.

O fórum tem como objectivo promover o país, nacional e internacionalmente, dados os riscos exemplares do nosso património construído, das paisagens, clima, povos e culturas.

De igual modo, tem como finalidade debater temas actuais ligados a arquitectura, apreciar e questionar as tendências mundiais da arquitectura.

A Ordem dos Arquitectos de Angola realiza de 18 a 21 de Janeiro de 2017 o seu IV Fórum Internacional de Arquitectura na cidade do Namibe.

O encontro vai contar com a participação de 100 arquitectos, entre nacionais e estrangeiros surgindo na sequência dos que se realizaram no Sumbe 2013, Lobito 2014 e Huambo 2016. (Angop)

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