Obama chama Rússia de super-potência e diz que gostaria de vê-la economicamente forte

(Sputnik/ Anton Denisov/Photo host)

Durante sua última viagem ao estrangeiro como presidente dos EUA, Barack Obama falou sobre a Rússia com chanceler alemã, Angela Merkel, e fez declarações inesperadas.

“Minha abordagem quanto à Rússia não mudou desde o primeiro dia da minha presidência. A Rússia é um país importante, é uma super-potência militar que tem poder tanto na sua região como no mundo”, disse o actual presidente durante uma entrevista colectiva conjunta com a chanceler alemã, Angela Merkel, em Berlim. O evento foi transmitido pelos canais de televisão norte-americanos.

Ele assinalou que “todo o mundo está interessado em uma Rússia bem-sucedida, no crescimento da sua economia, nas suas boas relações com os países vizinhos”.

Obama também manifestou sua esperança de que o próximo chefe do Estado, Donald Trump, “dê continuidade à cooperação com a Rússia”, mas se oponha a Moscovo naqueles assuntos que os respectivos países vêem de maneira completamente diferente.

Além disso, o presidente norte-americano afirmou que Washington dispõe de “provas evidentes” do envolvimento russo nos ciberataques que afectaram os interesses nacionais dos EUA. Porém, o estadista não precisou mais nada.

Merkel, por sua vez, sublinhou que Alemanha tem interesse em relações de boa vizinhança com a Rússia. “Entretanto, isto não nos impedirá de discutir as nossas profundas discordâncias”, adiantou.

Esta semana marcou o início da última viagem ao exterior de Obama na qualidade do presidente norte-americano. O político já visitou a Grécia, foi à Alemanha e logo estará no Peru para participar na cúpula da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico). Além das negociações com Merkel, estão planejadas reuniões de Obama com os líderes da França, Reino Unido, Espanha e Itália, sendo que todas elas devem se realizar na Alemanha. (Sputnik)

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