Ministro do Interior na mesa redonda de policiamento de futuro em Bali

Ângelo da Veiga Tavares - Ministro do Interior (Foto: Alberto julião)

O ministro angolano do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares, participou domingo, na cidade de Bali, Indonésia, numa mesa redonda de policiamento global futuro, à margem da 85ª Sessão da Assembleia Geral da Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL), aberta nesta segunda-feira.

O evento, que decorreu sob a égide da maior empresa de tecnologias da China, Huawei Lda, teve como objectivo a demonstração de meios e técnicas para o aumento da eficácia na prestação de serviços que permitam um eficaz policiamento na prevenção e combate ao crime organizado, incluindo os crimes informáticos.

Na cidade de Bali, uma das 13 mil e 667 ilhas da Indonésia, estão presentes mais de dois mil delegados de 160 países do mundo, membros da INTERPOL.

Para além da abordagem de questões técnico-policiais, serão realizadas eleições para a renovação de mandatos aos cargos de Presidente da Interpol, Vice-Presidente para Europa, Vogais para América e Europa, bem como a eleição de sete (7) membros para a Comissão de Controlo de Ficheiros da Interpol, órgão responsável pelo controlo, processamento de dados pessoais e publicação dos mandados e captura internacional.

Com efeito, o Ministério do Interior da República de Angola remeteu a candidatura do superintendente-chefe Isaías da Silva Trindade, chefe do Gabinete de Intercâmbio e Cooperação do Serviço de Investigação Criminal (SIC), para preencher uma das vagas existentes na Comissão de Ficheiros.

No conclave, o ministro do Interior faz-se acompanhar do comandante-geral da Polícia Nacional, Comissário-Geral Ambrósio de Lemos, do director geral do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Eugénio Pedro Alexandre, do chefe do Gabinete de Cooperação e Intercâmbio, José Dembi, bem como do director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do MININT, Simão Milagres.

A Interpol, que conta com 186 membros, é uma agência internacional de polícia que ajuda outras agências de aplicação da lei a localizar criminosos que operam em diferentes países.

A base de dados da organização, os protocolos de comunicação e os alertas internacionais são peças vitais no combate ao crime internacional.

A agência está focada em áreas-chave do crime como o terrorismo, abuso sexual de crianças e pornografia infantil, crime organizado, fugitivos internacionais, crimes cibernéticos, incluindo roubo de identidade e de informações financeiras.

Também monitora e combate ao tráfico de seres humanos, o contrabando e venda de drogas ilegais, lavagem de dinheiro, crime ambiental, fraude e crimes contra a propriedade intelectual. (Angop)

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