Minint reitera aposta na segurança das populações e bens públicos

Efectivos da Polícia de Intervenção Rápida ( arquivo) (Foto: Pedro Parente)

O Ministério do interior continua apostado no reforço das condições de segurança das populações, dos bens públicos e privados, afirmou hoje, segunda-feira, em Luanda, o director nacional de ordem pública, Comissário- Chefe, Mário Augusto de Sousa.

O comissário teceu estas declarações, em representação do Comandante- geral da polícia Nacional , Ambrósio de Lemos, no encerramento dos cursos de Comandantes de pequenas unidades e de oficiais de destinação especial, da Polícia de Intervenção Rápida em acto decorrido no Kikuxi.

Disse ser necessária a cooperação com ministérios homólogos internacionais, para dotar os efectivos nos mais variados ramos com conhecimentos em matéria de comando e direcção, bem como técnicas e tácticas de intervenção em situações de alto risco.

A formação dos efectivos, visa igualmente , o enfrentamento com perspicácia e precisão ,os promotores dos crimes e neutralizá-los em quaisquer que sejam as circunstâncias, condições ou cenários.

Afirmou que, com esta formação, a polícia nacional está mais reforçada e em melhores condições para que de forma coordenada com outras forças intervenientes no sistema de segurança pública, previnam e combatam sem tréguas a criminalidade, devolvendo para tal, o sentimento de segurança ali onde os crimes violentos têm maior incidência.

Para si, aos efectivos agora graduados ao nível de instrutores recaí a responsabilidade de transmitirem os conhecimentos adquiridos e torná-los mais capacitados para o cumprimento das missões que são chamados a cumprir.

Disse que, apesar da crise económica que assola o país, o Ministério do interior continua a envidar esforços no que tange ao programa de modernização e desenvolvimento da polícia nacional ,para a melhoria das infra-estruturas policiais, seu apetrechamento em termos de acomodação e tecno-operacionais, assim como das condições sociais dos seus efectivos.

Tendo em conta o actual momento em que alguns cidadãos , e organizações recorrem práticas de actos de arruaças, e subversão da ordem pública, a pretexto de manifestarem descontentamento sobre o momento que o país atravessa, a este respeito, frisou, a policia em particular a sua força especial é chamada a intervir para a manutenção e restabelecimento da ordem e tranquilidade pública.

Durante cinco meses, 65 comandantes de pequenas unidades oriundos das 18 províncias do país e 41 oficiais de destinação estiveram em formação na Unidade Delta de Kikuxi, afecta à Polícia de Intervenção Rápida.

Assistiram a cerimónia de encerramento, o comandante da polícia de intervenção rápida, membros do conselho consultivo da polícia nacional ,chefes da missão cubana em Angola, convidados e familiares. (Angop)

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